BRANDS' ECOSEGUROS Ataques cibernéticos e a continuidade do negócio

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  • 19 Novembro 2019

Vivemos num mundo cada vez mais dependente da tecnologia, quer seja para fazer compras, aceder a informação, gerir uma empresa ou mesmo até para interagir com terceiros.

Esta nova realidade tem vindo a evidenciar uma vulnerabilidade anteriormente desconhecida para as empresas. Enquanto no passado os ataques cibernéticos ou cyber attacks eram utilizados como uma forma de castigar empresas pelas suas atuações ou mesmo até de chamar a atenção para um problema que os hacktivistas consideravam relevante, atualmente os ataques cibernéticos e roubo de informação são considerados lugares-comuns, o “custo de fazer negócio nos dias de hoje”.

A entrada em vigor, o ano passado, do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados veio colocar uma nova luz sobre a importância da defesa da informação, obrigando a uma reorganização interna criteriosa por parte das empresas e da forma como estas gerem os seus dados e os de terceiros. No entanto, o que antes era um problema esporádico e focado nas grandes empresas tornou-se numa vulnerabilidade das pequenas e médias empresas com recursos humanos e financeiros limitados, para quem uma ameaça de extorsão ou um ataque de negação de serviço podem ser sinónimos de fechar a sua atividade. A procura de uma solução que lhes permita fazer face a este desafio passa por transferir o risco para a seguradora de modo a que, quando o ataque cibernético ocorra, o foco possa continuar a ser o mesmo – a continuidade e o desenvolvimento do seu negócio.

Cabe às empresas definir a sua estratégia cibernética, compreendendo que as suas vulnerabilidades se encontram em constante mudança, na certeza porém que a solução de valor do seguro cyber disponibilizará todas as ferramentas profissionais e técnicas que, de outra forma, não estariam tão facilmente disponíveis.

Por Laura Tavares, subscritora de linhas financeiras e riscos cyber

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