BRANDS' PESSOAS A importância do processo de onboarding

  • BRANDS' PESSOAS
  • 18 Dezembro 2019

Marta Santos, EY Associate Partner, People Advisory Services, e Joana Maia, EY Consultant, People Advisory Services, explicam a importância de ter um programa de onboarding estratégico e estruturado.

Um programa de onboarding estratégico e estruturado constitui uma ferramenta poderosa de recursos humanos que contribui para fatores como a motivação, o engagement e a retenção de colaboradores.

A socialização organizacional, ou processo de onboarding, é um processo estratégico de integração de novos colaboradores, sendo determinante para assegurar uma experiência positiva para um novo colaborador na organização. Um programa de onboarding estratégico e estruturado, constitui uma ferramenta poderosa de recursos humanos que contribui para fatores como a motivação, o engagement e a retenção de colaboradores.

O processo de onboarding inicia-se aquando o primeiro contacto do potencial candidato com a organização, continuando após a sua contratação e ao longo do seu percurso inicial enquanto trabalhador. Assim sendo, quando é tomada a decisão de contratar um candidato, é necessário assegurar um processo de recrutamento e seleção eficaz e promover o acolhimento e integração do novo colaborador, promovendo a melhor experiência possível. O processo começa, então, na fase de recrutamento e seleção – socialização antecipatória –, prolonga-se ao longo do período experimental e culmina com a integração e transmissão de valores da organização – processo que pode variar no tempo, consoante a organização e a pessoa.

Na primeira fase do processo, são transmitidas e disponibilizadas aos candidatos um conjunto de informações basilares acerca da organização que incluem, entre outras coisas, a missão, os valores e normas pelas quais esta se rege. Esta fase do processo requer transparência, celeridade e empatia. A capacidade que a organização tem de promover uma experiência positiva nesta fase é decisiva em duas vertentes: por um lado, quanto mais informação for disponibilizada, melhor será a gestão de expectativas do candidato que seja selecionado; por outro lado, a promoção de uma imagem positiva nos candidatos, independentemente de serem selecionados ou não, é uma mais-valia em termos de employer branding.

A importância do onboarding

Após a contratação, inicia-se o percurso do novo colaborador. A fase de adaptação mútua do colaborador e da organização ocorre através das várias interações que vão sendo estabelecidas. A existência de um programa estruturado que combine as componentes social e técnica, como por exemplo questões relacionadas com o papel do colaborador na função, apresentação à equipa e aos espaços de trabalho, ou um plano de formação inicial, vão contribuir para uma integração positiva do novo colaborador na organização.

São várias as estruturas de programas que podem ser desenvolvidos. Alguns exemplos já em vigor em algumas organizações são: a atribuição de um buddy, counselour ou mentor que acompanha e apoia o percurso do colaborador desde a sua entrada; realização de um team-building de pré-entrada; realizar um evento de integração no primeiro dia; um plano de integração imersivo para new commers com duração a definir, entre outros. Estes programas contribuem para a integração do colaborador, não só na sua função e equipa, mas também na organização.

Este processo de socialização não se esgota com a integração de novos colaboradores, pois é um processo contínuo que acompanha os colaboradores, ao longo da sua carreira na organização. Quando assumem uma nova função ou mudam de área de atuação ou geográfica, surgem novas e diferentes exigências que requerem uma mudança de mindset e novos conhecimentos, que requerem um ajuste do colaborador e da organização – um novo processo de socialização.

O desenvolvimento de programas estratégicos de onboarding asseguram uma melhor experiência aos novos colaboradores na organização e contribuem para fatores como a motivação, engagement, retenção.

E a sua organização, tem um programa de onboarding pensado para os novos colaboradores?

Se tem interesse em receber comunicação da EY Portugal (convites, newsletters, estudos, etc), por favor clique aqui.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

A importância do processo de onboarding

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião