Wall Street avança. Passa ao lado do impeachment de Trump

Os dados da economia estão a ditar ganhos em Wall Street, com os investidores a ignorarem a aprovação pela Câmara dos Representantes de duas acusações ao presidente dos EUA.

As ações norte-americanas iniciaram a sessão em alta ligeira, com os investidores a preferirem focar-se na queda dos pedidos de subsídio de desemprego, ignorando o impeachment do presidente Donald Trump, que dificilmente será destituído do cargo.

O S&P 500 soma 0,1%, para os 8.841,53 pontos, enquanto o Dow Jones avança 0,17%, para os 28.288,48 pontos. Por sua vez, o Nasdaq valoriza pela sétima sessão consecutiva — 0,16% — até um novo recorde intradiário de 8.841,53 pontos.

O sentimento do mercado está a ser ditado pelos dados económicos positivos na maior economia do mundo, isto no dia em que foi divulgado que os pedidos de subsídio de desemprego caíram de um máximo de mais de dois anos na última semana.

Pelo contrário, o facto de a Câmara dos Representantes ter aprovado duas acusações contra Trump, de abuso de poder e obstrução aos trabalhos do Congresso, colocando nas mãos do Senado, controlado pelos republicanos, o impeachment não denota estar a preocupar os investidores.

A nível empresarial, destaque positivo para a Conagra Brands, que vê as suas somarem 8,7%, depois de ter superado as suas estimativas trimestrais de vendas e lucros. No mesmo sentido segue a Micron Techmology, mas com ganhos de 3,5%, após a empresa sinalizar uma recuperação dos seus negócios em 2020 e dizer que recebeu licenças para fornecer alguns produtos à Huawei.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street avança. Passa ao lado do impeachment de Trump

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião