Alunos da Universidade de Évora criam protótipo de ‘app’ para desenhar roupa à medida

  • Lusa
  • 19 Dezembro 2019

O protótipo "Diy Closet" vai permitir aos utilizadores da aplicação desenhar roupa de forma personalizada. O objetivo é torná-lo real e disponibilizá-lo em vários dispositivos e sistemas operativos.

Três alunos da Universidade de Évora criaram um protótipo de uma aplicação de telemóvel que permite aos utilizadores imaginarem e desenharem as próprias peças de roupa, ao seu gosto e medida, revelou a academia alentejana. O protótipo, designado Diy Closet (Do It Yourself Closet), foi concebido pelos estudantes Inês Carvalho, Maria Inês Romero e Tiago Ferro, do 3.º ano da licenciatura em Gestão e já recebeu um prémio de empreendedorismo e inovação pela mesma universidade.

“Foi proposto à turma a criação de uma ideia de negócio inovadora, à qual os três estudantes corresponderam criando a aplicação Diy Closet, uma forma de procurar solução para um problema que consideravam comum a todos, principalmente aos mais jovens”, isto é, “imaginar peças de roupa que depois, em realidade, não se encontram nem em lojas físicas, nem na internet”, refere a Universidade de Évora.

O projeto ainda está a ser desenvolvido e vai permitir que o utilizador “crie a sua própria roupa, desenhando-a ao seu gosto e à medida, jogando com variadas peças, tecidos e ferramentas”, e tendo como resultado final “peças únicas e exclusivas, através da ajuda de um software”, refere a academia em citada pela agência Lusa.

Rui Quaresma, o professor da Universidade de Évora e professor da cadeira de empreendedorismo e inovação, explica que o objetivo é “incentivar os alunos a criar um modelo de negócio economicamente viável” através da elaboração de um projeto inovador. “Inovar também é pegar em coisas que já existem e aplicá-las em novos contextos”, argumentou.

Embora, por enquanto, seja apenas um protótipo, os três estudantes tencionam “um dia vir a concretizar” a Diy Closet enquanto projeto real e têm como objetivo que a aplicação “seja adaptável aos diferentes dispositivos (smartphones, tablets, computadores) e sistemas operativos (iOS e Android)”, acrescentou a Universidade em comunicado.

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