Câmara de Lisboa quer arrendar casas para subalugar no programa renda acessível

  • ECO
  • 21 Dezembro 2019

Expresso noticia que o programa "Renda Segura" vai ser anunciado em janeiro. Arrendamento de mil fogos será feito por períodos de cinco, dez ou 20 anos.

A Câmara Municipal de Lisboa está a preparar um novo plano em que poderá arrendar mil fogos para integrar no programa de rendas acessíveis. O “Renda Segura” será lançado em janeiro e oferece aos senhorios não só um rendimento fixo como isenções fiscais, segundo noticia este sábado o jornal Expresso (acesso pago).

A autarquia liderada por Fernando Medina está à procura de proprietários de casas em Lisboa, a quem vai oferecer uma renda fixa por um período de cinco, dez ou 20 anos. A medida abrange proprietários com prédios em alojamento local, com casas desocupadas ou com prédios livres para arrendar, de acordo com o semanário.

Pretende cativar os donos com o baixo risco (as flutuações do preço de mercado, incumprimento pelos inquilinos ou gestão do prédio ficam a cargo da Câmara) e isenções fiscais. Entre os benefícios fiscais estão isenção de IRS e de IRC sobre as rendas recebidos durante o período do contrato, isenção de IMI ou fim da suspensão de mais-valias para quem converter um alojamento local.

Quem precisar de financiamento para obras, pode ainda pedir dois anos e meio de rendas adiantadas e, após o fim do contrato, poderão ser pagos mais dois a quatro meses de renda adicional para obras de recuperação, refere o Expresso.

Após o acordo com os donos dos prédios ou casas, a Câmara irá subarrendar estes imóveis a famílias de classe média a preços acessíveis. Estes fogos vão integrar o programa “renda acessível” que foi lançado em novembro, com 120 casas, e recebeu quatro mil candidaturas.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Câmara de Lisboa quer arrendar casas para subalugar no programa renda acessível

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião