Facebook quer ajudar a combater coronavírus. Dá publicidade grátis à OMS e outras organizações

  • Lusa
  • 4 Março 2020

Além da Organização Mundial de Saúde, Zuckerberg adiantou que a Facebook vai dar “apoio e mais milhões [de dólares] em créditos para anúncios” a outras organizações não especificadas.

O presidente da Facebook, Mark Zuckerberg, disse que a rede social está a contribuir para o combate à desinformação relacionada com o novo coronavírus ao dar à Organização Mundial de Saúde (OMS) a possibilidade de fazer publicidade grátis. Numa mensagem colocada na sua conta nesta rede social, Zuckerberg afirmou que a empresa está a trabalhar com governos e organizações globais, como a OMS, os centros de controlo e prevenção de doenças dos EUA e a UNICEF para obter informação em tempo e exata sobre o vírus.

Zuckerberg adiantou que a Facebook também vai dar “apoio e mais milhões [de dólares] em créditos para anúncios” a outras organizações não especificadas. Esta empresa de rede social já tinha tomado medidas para combater a desinformação e a mentira relativas a este vírus, incluindo a remoção de falsas proclamações e teorias da conspiração e a exibição de mensagens aos seus utilizadores para os reencaminhar para a OMS ou a autoridade de saúde local para as informações mais recentes.

O surto de Covid-19, detetado em dezembro, na China, e que pode causar infeções respiratórias como pneumonia, provocou cerca de 3.200 mortos e infetou mais de 94 mil pessoas em 78 países, incluindo cinco em Portugal. Das pessoas infetadas, cerca de 50 mil recuperaram.

Além de 2.983 mortos na China, há registo de vítimas mortais no Irão, Itália, Coreia do Sul, Japão, França, Hong Kong, Taiwan, Austrália, Tailândia, Estados Unidos da América e Filipinas. A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o surto de Covid-19 como uma emergência de saúde pública internacional e aumentou o risco para “muito elevado”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Facebook quer ajudar a combater coronavírus. Dá publicidade grátis à OMS e outras organizações

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião