Já esgotaram os 300 “cheques” dos elétricos para as empresas

Se ao final das primeiras 24 horas metade dos "cheques" já tinha desaparecido, agora acabaram. Os 300 apoios disponíveis para empresas já foram solicitados ao Fundo Ambiental.

Esgotaram os “cheques” para os carros elétricos adquiridos pelas empresas. Um dia depois de terem sido abertas as candidaturas ao Introdução no Consumo de Veículos de Baixas Emissões metade dos apoios já tinha sido requisitado, mas demorou pouco mais até que o número de pedidos chegasse ao limite máximo definido pelo Governo.

Apenas 24 horas depois de ter sido disponibilizado o formulário de candidatura, o Fundo Ambiental registava já 152 pedidos. O número continuou a aumentar rapidamente, de tal forma que chegou aos 300. Existem já 301 pedidos, com um desses a ter sido excluído imediatamente por parte da entidade responsável pela atribuição deste apoio.

Houve uma corrida aos “cheques” de 2.000 euros por parte das pessoas coletivas, que inclui tanto empresas como empresários em nome individual, que depois têm ainda a vantagem de poderem deduzir os custos suportados com estes veículos. Mas esgotaram também porque o número de apoios disponibilizados foi reduzido.

O Governo decidiu, este ano, atribuir os mesmos 1.000 “cheques” para a compra de veículos ligeiros de passageiros elétricos que concedeu nos últimos anos. Contudo, tendo em conta a crescente proporção de pedidos por parte de pessoas coletivas, e procurando garantir o acesso ao apoio por parte dos particulares, destinou apenas 300 para empresas. Os particulares têm 700 à disposição, com um valor de 3.000 euros, registando-se 198 pedidos até ao momento.

Além dos “cheques” para os ligeiros de passageiros — 300 para empresas e 700 para particulares, o Fundo Ambiental tem ainda outros 300 “cheques” para a aquisição de veículos ligeiros de mercadorias que sejam elétricos. Estes apoios são tanto para empresas como para particulares, mas pela natureza dos veículos, tendencialmente serão as empresas a arrebatar estes apoios de 3.000 euros. Há, até ao momento, apenas oito pedidos.

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