Mota-Engil regista faturação recorde. Lucros crescem

Construtora alcançou lucros de 27 milhões de euros, beneficiando de uma faturação recorde: 2,84 mil milhões de euros.

A Mota-Engil alcançou uma faturação recorde no ano passado. A empresa liderada por Gonçalo Moura Martins alcançou um volume de negócios de 2,84 mil milhões de euros, o que ajudou a construtora a aumentar os lucros.

Depois de ter revelado os números não auditados, a empresa apresentou agora as contas finais. Os resultados líquidos cresceram 13% para 27 milhões de euros, enquanto o EBITDA cresceu 3% para 420 milhões. Na Europa, aumentou 23% “beneficiando da melhoria da rendibilidade na Engenharia e Construção”, diz a Mota-Engil.

As receitas alcançaram os 2,84 mil milhões de euros, um valor que representa um novo máximo histórico. Este volume de negócios contou com o “contributo
balanceado entre regiões e com os negócios não construção a representarem 19% do total”, refere a construtora. Europa e em África tiveram o maior peso nas contas da empresa.

A carteira de encomendas alcançou os 5,4 mil milhões de euros, no final do ano passado. Este valor, ainda que elevado, representa uma quebra face ao apresentado um ano antes. No final de 2018 estava em recorde, nos 5,5 mil milhões de euros.

O “investimento líquido de cerca de 260 milhões de euros” compara com os 287 milhões um ano antes, o que explica, em parte, o aumento da dívida líquida consolidada para 1,185 mil milhões — no final de 2018 estava em 953 milhões de euros. O custo médio da dívida era de 5,2% no final de 2019.

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