Limite para pagamentos com cartões contactless sobe para 50 euros

Em vez dos habituais 20 euros, portugueses vão poder pagar até 50 euros através de cartões de pagamento com tecnologia contactless, isto é, por aproximação.

O limite para os pagamentos possíveis com cartões bancários com tecnologia contactless vai subir para 50 euros, a partir desta quarta-feira. Medida visa ajudar a travar riscos de transmissão pelo novo coronavírus.

“A partir de amanhã [quarta-feira], os consumidores passam a poder utilizar a tecnologia contactless para efetuar pagamentos presenciais até 50 euros, acima dos atuais 20 euros. Será apenas necessário aproximar o cartão do terminal de pagamento e não será exigido o PIN“, dá conta o Banco de Portugal em comunicado.

“Dada a evolução da pandemia do novo coronavírus, e num momento em que se incentivam os pagamentos ‘sem contacto’, o sistema bancário nacional, em articulação com o Banco de Portugal e a SIBS, decidiu aumentar o montante máximo para fazer pagamentos com a tecnologia contactless sem necessidade de introduzir o PIN”, diz a entidade liderada por Carlos Costa para justificar o incremento do limite dos pagamentos possível com estes cartões.

Os cartões que dispõem de tecnologia contactless, permitem a realização de pagamentos sem a necessidade de saírem da mão do respetivo titular e sem inserção do código pessoal no terminal. Até agora, este sistema permitia apenas pagamentos num valor máximo de 20 euros. A partir desta quarta-feira, o código pessoal deixa de ser necessário em compras contactless com cartão para valores até 50 euros.

O Banco de Portugal explica que os bancos irão proceder a esta alteração “de forma progressiva”, remetendo qualquer questão adicional sobre esta alteração para o banco de cada cliente.

Já os pagamentos “sem contacto” com telemóvel (incluindo os pagamentos com QR Code ou Near Field Communication) continuarão a ser efetuados da mesma forma. “Estes pagamentos já são efetuados sem contacto com o terminal, independentemente do montante”, esclarece o supervisor da banca.

(Notícia atualizada pela última vez às 17h13)

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Limite para pagamentos com cartões contactless sobe para 50 euros

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião