Hoje nas notícias: IRS, INEM e máscaras

  • ECO
  • 1 Abril 2020

Quebra de chamadas no INEM, dúvidas sobre fiabilidade do SINAVE, possível alargamento de uso de máscaras a mais profissões e eventual atraso nos reembolsos do IRS em destaque.

O coronavírus volta a inundar as primeiras páginas dos jornais, com destaque para a redução do número de chamadas que o INEM tem recebido, mas também para a reticências apontadas à fiabilidade do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE), enquanto a Direção-Geral de Saúde admite alargar o uso de máscaras a mais grupos e atividades da população. É notícia ainda a possibilidade de o reembolso do IRS ser atrasado por causa da pandemia, enquanto o Grupo Pestana diz que o seu futuro passa por criar base forte nos EUA.

Coronavírus poderá atrasar reembolso do IRS

Esta quarta-feira arranca o período de entrega do IRS, ou seja, os portugueses vão declarar quanto ganharam e quanto receberam em 2019 e vão saber se têm de pagar ou receber à Autoridade Tributária. Contudo, poderá haver um atraso nos reembolsos de IRS tendo em conta a epidemia que o país enfrenta. Além disso, o O Fisco admite que vai ser mais benevolente com divergências detetadas, contactando o contribuinte via SMS, email ou telefone, para que corrija a declaração. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

DGS estuda alargar uso de máscaras a mais grupos e atividades da população

Especialistas que integram o Programa Nacional de Prevenção e Controlo de Infeções Antimicrobianas estão a rever a orientação lançada no início de março para que apenas profissionais de saúde, pessoas infetadas com Covid-19, imunodeprimidos ou pessoas circulem nos hospitais utilizem máscaras de proteção. A ideia é alargar este procedimento a mais segmentos da população, bem como, atividades profissionais. Contudo, uma fonte contactada pelo DN diz que “de modo nenhum será aceite o uso generalizado de máscara. Não faz sentido, pelo menos por agora”, já que não existe, para já, evidências quanto à total eficácia da medida. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

INEM com menos 600 a 700 chamadas em alguns dias

O número de chamadas que o INEM tem recebido neste período marcado pelo coronavírus tem vindo a cair. Nos dias habituais chegavam ao INEM 4.000 chamadas ou mais, enquanto agora a média ronda as 3.400 ou 3.500 chamadas. Ou seja, uma redução entre 600 a 700 chamadas, face ao que acontecia no início do mês ou janeiro. Para a diminuição do número de chamadas contribui a existência de menos acidentes de viação (porque as pessoas circulam menos), menos acidentes de trabalho (muitos locais estão fechados) e nas escolas, que estão encerradas. Mas o número de pessoas que se recusam a ir ao hospital depois de avaliadas pelas equipas do INEM também subiu. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Futuro do Grupo Pestana passa por base forte nos EUA

A paragem total do setor do turismo obrigou o Grupo Pestana a rever as metas para o próximo ano, mas o objetivo de longo prazo é é vir a ter uma “base muito forte” nos Estados Unidos, no prazo de dez anos. Foi no início de março que o Grupo Pestana inaugurou o seu 100º em Nova Iorque, uma unidade que vai servir de “trampolim” para a expansão em terras do Tio Sam. José Roquette, diretor de desenvolvimento do grupo revela também que na Europa os planos poderão passar pela conversão de edifícios e a aquisição de marcas. Leia a notícia completo no Jornal de Negócios (acesso pago).

 

 

Médicos dizem que sistema que regista casos de Covid-19 tem muitas falhas

O crescimento repentino do número de casos de Covid-19 registados no concelho do Porto na passada segunda-feira fez soar o alarme. Foi identificada uma duplicação de dados devido à multiplicação de fontes de informação. Daí que a Direção-Geral da Saúde tenha decidido que, a partir de agora, apenas vão ser considerados os dados reportados através do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAVE) — o sistema informático onde os médicos devem registar todos os casos — confirmados ou suspeitos — de doenças infecciosas. Mas esta decisão tem o potencial de pôr ainda mais em causa a fiabilidade dos dados, de acordo com infecciologistas com conhecimento do funcionamento do sistema. Leia a notícia completa no Observador (acesso pago).

 

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