Tensões entre EUA e China pressionam Wall Street

Principais índices bolsistas norte-americanos encerraram no vermelho, após máximos de dois meses, condicionados pela tensão entre os EUA e a China que eleva receios face ao acordo comercial.

Um dia após máximos de dois meses, o sentimento negativo voltou a imperar em Wall Street. Os principais índices bolsistas norte-americanos encerraram no vermelho, condicionados pelo crescendo da tensão entre os EUA e a China. Tensões que colocam reticências face à capacidade de os dois países cumprirem com o acordo comercial firmado no início deste ano.

O S&P 500 recuou 0,76%, para os 2.949,14 pontos, enquanto o Dow Jones perdeu 0,35%, para os 24.490,88. Por sua vez, o Nasdaq desvalorizou 0,93%, para os 9.288,41 pontos.

O presidente Donald Trump disse que os EUA reagirão fortemente se a China impuser leis de segurança nacional para Hong Kong em resposta aos protestos violentos pró democracia do ano passado.

Antes disso, o secretário de Estado Mike Pompeo criticou o tratamento dado por Pequim ao surto de coronavírus, enquanto um responsável chinês disse que o país não vacilaria face a escalada das tensões.

Em termos empresariais, destaque negativo para a Best Buy, cujos títulos recuaram 4% depois de retalhista do setor eletrónico ter registado uma queda de 5,3% nas vendas trimestrais das suas lojas devido ao vírus.

Do lado dos ganhos, referência para a L Brands que disparou 18%, apesar de apresentar resultados trimestrais piores do que o esperado, mas disse que irá reduzir a operação da Victoria’s Secret, unidade que tem enfrentado muitas dificuldades.

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