Hoje nas notícias: Pobreza energética, Marcelo e CR7

  • ECO
  • 1 Junho 2020

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O Governo já tem uma estimativa do investimento necessário para combater a pobreza energética em Portugal. Na atualidade nacional, uma sondagem coloca o PS maioritariamente favorável à reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa. Também são notícia os efeitos da pandemia em alguns dos negócios da família de Cristiano Ronaldo e no mercado do aluguer de automóveis.

São precisos 384 milhões por ano para combater a pobreza energética

Um grupo de trabalho criado pelo Governo estima que para combater a pobreza energética em Portugal seriam necessários 384 milhões de euros por ano, um total de 7.671 milhões até 2040. No âmbito da resposta a este problema, seria necessário isolar termicamente fachadas e coberturas e substituir vãos envidraçados por caixilhos de PVC com vidro duplo nos edifícios onde moram os cerca de dois milhões de portugueses que se estima viverem em situação de precariedade energética. Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

PS rendido no apoio a Marcelo

As eleições presidenciais de janeiro de 2021 continuam a marcar a atualidade política nacional. A sondagem de opinião da Pitagórica para o Jornal de Notícias e TSF expõem um PS rendido no apoio ao Presidente da República incumbente, com 85% dos socialistas a preferirem uma solução de continuidade de Marcelo Rebelo de Sousa em Belém. Leia a notícia completa no Jornal de Notícias (ligação indisponível).

Família de Cristiano Ronaldo encerra três negócios

O choque económico da pandemia do coronavírus também está a afetar negócios da família do futebolista Cristiano Ronaldo. O restaurante aberto por Katia Aveiro em Gramado, no Brasil, que servia pratos típicos da Madeira, fechou portas e já não vai reabrir. Decisão semelhante já tinha sido tomada para o Cascatas e Girassóis, o restaurante da família do craque português no Funchal, alegadamente após uma polémica com fotografias de pratos que eram retiradas da internet. Noutro setor, a loja de vestuário CR7 também já não irá reabrir e a família terá vendido o espaço por um milhão de euros. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso livre).

Nova dívida dispara 68% com a crise

As emissões de dívida pública levadas a cabo pelo IGCP em abril aumentaram 68% em termos homólogos, num contexto de resposta à crise pandémica, que exigiu ao Estado e à Segurança Social um esforço financeiro bem mais elevado do que o habitual. Até março, o IGCP emitiu 16.596 milhões de euros, menos 2,8% face ao mesmo trimestre de 2019, enquanto, em abril, emitiu 9.222 milhões de euros, mais 68,4% do que em abril de 2019. Este crescimento é também explicado com o aproveitamento do cenário de juros baixos, apesar de a taxa de juro média ponderada de toda a nova dívida ter subido em abril face à média do primeiro trimestre, de 0,4% para 0,8%. É, ainda assim, historicamente baixa. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Rent-a-car vai fechar ano com metade dos carros e da faturação

De acordo com um estudo da Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis (ARAC), a pandemia prejudicou de forma significativa o negócio de rent-a-car. Se no ano passado se atingiram os 700 milhões em volume de negócios, este ano o valor deve cair para metade, “ou menos”. Atualmente, a taxa de ocupação dos carros para alugar ronda os 17%, quando num ano normal deveria rondar os 75%. O secretário-geral da ARAC considera 2020 um ano “perdido”, referindo que muitas das reservas que estão feitas deverão ser canceladas. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

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