BRANDS' ECO Vinhos Verdes – Muito mais do que vinhos leves e frescos

  • BRANDS' ECO
  • 15 Junho 2020

Leve, fresco, com baixo teor alcoólico:muitos assim conhecem os Vinhos Verdes. Mas a Região oferece muito mais! 20% dos Vinhos Verdes são vinhos sofisticados e de nível superior. Deixe-se surpreender!

A maioria das pessoas tem uma imagem generalizada sobre os Vinhos Verdes. Conhecem apenas um estilo comum: vinhos simples, leves, frescos e jovens. Mas isso é apenas uma pequena parte do que podemos encontrar na Região, há uma grande diversidade e outros estilos mais complexos.

Uma nova geração de viticultores e enólogos, passou os últimos anos a desenvolver e a aproveitar o potencial da Região, porque o clima e as castas autóctones permitem produzir uma infinidade de vinhos diferentes, de todas as cores e estilos. O resultado: uma ampla variedade de vinhos diferentes, elegantes, complexos e o companheiros perfeitos para uma refeição. De facto, 20% dos Vinhos Verdes são vinhos sofisticados, vinhos de nível superior. Vinhos com grande potencial de guarda, aromas e sabores complexos, intensos e minerais. Experimente uma degustação vertical de Vinhos Verdes com 10 anos ou mais, vinhos envelhecidos de diferentes castas, como Alvarinho, Avesso, vinhos com estágio em barrica, vinhos de vinhas velhas, vinhos de uma só parcela, etc.

Uma tendência é a produção de vinhos que mostrem a caracterísitcas das castas, vinhos de categoria premium, feitos com Alvarinho ou Avesso, são vinhos intensos e complexos que são têm excelente potencial de harmonização gastronómica.

Com as 45 castas aprovadas na Região dos Vinhos Verdes, os produtores dão asas à sua criatividade, eles mostram a tipicidade de uma única casta ou criam harmonias intrigantes a partir de várias castas, expandindo assim o estilo leve e fresco do Vinho Verde para várias dimensões.

Principais castas Tintas: Alvarelhão (Brancelho), Amaral, Borraçal, Espadeiro, Padeiro, Pedral, Rabo-de-Anho, Vinhão. Brancas: Alvarinho, Arinto (Pedernã), Avesso, Azal, Batoca (Alvaraça), Loureiro, Trajadura (Treixadura)

“Entre-Douro-e-Minho”, é assim que a Região dos Vinhos Verdes é referida, mas na realidade não são apenas estes dois rios que formam as suas fronteiras naturais, os seus limites geográficos são:

• A norte o rio Minho que estabelece parte da fronteira com a Espanha;

• A sul o rio Douro e as serras da Freita, Arada e Montemuro;

• A este as serras da Peneda, Gerês, Cabreira e Marão;

• A oeste o Oceano Atlântico.

A região é caracterizada pelos seus outros rios, em cujas margens as vinhas têm as melhores condições: Lima, Ave, Sousa e Tâmega.

Topograficamente, é um enorme anfiteatro que começa na costa e aumenta a altitude no interior. A elevada pluviosidade (média 1200mm/ano) é uma das principais características do clima do Vinho Verde. O verão e outono são principalmente quentes e secos. Temperaturas extremamente altas ou baixas são raras no noroeste de Portugal.

O granito é o solo predominante, com exceção de duas veias de ardósia que correm na direção sudeste – nordeste.

Numa região vinícola tão extensa quanto o Vinho Verde, há diferenças no cultivo, microclima, castas e modos de condução, de tal modo que a região é dividida em nove sub-regiões, cada uma com as suas características próprias: Amarante, Ave, Baião, Basto, Cávado, Lima, Monção & Melgaço, Paiva e Sousa

Vinho Verde como um companheiro gastronómico notavelmente versátil

À medida que aos vinhos brancos frescos e típicos se juntam cada vez mais vinhos de caráter mais complexo e estruturado, de todas as cores, aumenta a oferta de vinhos com uma paleta de sabores que variam de elegantes a complexos e que facilmente acompanham um menu inteiro. Desde uma salada de verão com melão e camarão ou sushi, a polvo grelhado, risoto de frutos do mar ou camarão com molho de coentros e pimenta, até umas costoletas de vitela com jus da mesma. Experimente!

Os números da Região

• 16.000 ha de vinha

• 16.000 viticultores

• 600 engarrafadores

• 1.400 marcas de vinho

• 45 castas aprovadas

• 9 sub-regiões

• 80 milhões de litros de produção anual

• Mais de 100 mercados de exportação

A quantidade exportada

Portugal 55%

Exportações 45%

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Vinhos Verdes – Muito mais do que vinhos leves e frescos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião