Eventos estão de regresso à Altice Arena. Até vão ter avatares

A aceleração digital permitiu a criação de um novo conceito para eventos corporativos, que conta com realidade aumentada e até avatares. “Dá-se um salto de gigante” diz o CEO Jorge Vinha da Silva.

Chamam-se Magic Meetings e juntam o melhor de dois mundos, ao aliar os benefícios da proximidade e contacto humano de uma plateia que se junta fisicamente no mesmo espaço, à experiência de participação remota de um número virtualmente infinito de participantes, graças à última tecnologia e qualidade de streaming.

É desta forma que a Altice Arena regressa aos eventos corporativos, este em particular com oradores do mercado da meeting industry e das Marcas, assegurando que à plateia “será garantida total segurança, desde os acessos, circulação, higienização e purificação do ar e mesmo nas soluções de catering”. Um conjunto de medidas que representa um investimento global de cerca de 100 mil euros. “O plano de contingência implementado passa pela aposta na formação das equipas internas e externas e foram revistos os procedimentos de acesso e circulação no interior do espaço bem como adquiridos equipamentos de higienização (nebulizadores), equipamentos de medição de temperatura (sem registo) e equipamentos de proteção individual do staff” explica Jorge Vinha da Silva, CEO da Altice Arena.

Com o streaming , ou seja fora da Altice Arena, “dá-se um salto de gigante”, já que irá recorrer às mais modernas ferramentas do mundo digital como a realidade aumentada, avatares e muito mais, “para quem assiste ao evento virtualmente, é oferecida toda uma experiência inovadora”. Um modelo, desenhado para ser entregue “chave na mão” a clientes e parceiros, flexível, adaptando-se às necessidades de comunicação de empresas, agências ou instituições. Este modelo, desenhado para ser entregue “chave na mão” aos clientes e parceiros, é totalmente flexível, adaptando-se a todas as necessidades de comunicação de empresas, agências ou instituições no contexto atual

Segundo Jorge Vinha da Silva, CEO da Altice Arena, “este produto responde a uma necessidade identificada no setor da chamada meeting industry cujos eventos não dispensam a presença física de alguns participantes, juntando-lhe a componente digital, o que permite alargar a participação a uma plateia remota, sem descurar a experiência, que é potenciada por ferramentas como a realidade aumentada”.

“Em 2020 ainda há muito para fazer ainda que de forma diferente no segmento da Meeting Industry e acreditamos também ao nível dos espetáculos públicos e passará pela introdução de novos conceitos e para a área de entretenimento que vamos também lançar nos próximos tempos aliando a experiência presencial à digital, pois podemos atingir uma lotação de 6.500 lugares cumprindo na integra as recomendações da DGS nesta fase do desconfinamento, o que poderá ser uma vantagem. Através da Blueticket, a nossa empresa tecnológica de bilhética, estamos a desenvolver soluções que permitem a transmissão de conteúdos. Esperamos também anunciar brevemente as novidades” acrescenta o CEO.

Para já a aposta é fazer as coisas de modo diferente e adaptadas a esta nova realidade, entendida como uma fase de transição: “Acredito que no entretenimento e na área dos eventos globalmente, o presencial e o partilhar de mensagens e emoções será retomado logo que possível, principalmente na situação dos eventos Internacionais. Claro que toda esta aceleração digital, vai trazer novas potencialidades à indústria, e pela sua massificação nesta fase veio mesmo para ficar e abrir mais oportunidades para formatos futuros. Esta realidade apesar de já existir no passado, abre novas perspetivas principalmente na área do Turismo de Negócios e eventos corporate. Também os hábitos de trabalho e a forma como o fazemos vão ficar forçosamente alterados. Acredito, no entanto, que aos poucos, à medida do que for possível, o presencial vai voltar até porque é essa a essência dos eventos, sejam eles públicos ou privados” conclui Jorge Vinha da Silva.

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