Corretores britânicos de seguros acolhem WorldFirst como membro associado

  • ECO Seguros
  • 30 Junho 2020

Acedendo à qualidade de membro associado da organização, a fintech londrina vai disponibilizar aos afiliados da Biba maior flexibilidade na realização de transações internacionais.

A British Insurance Brokers’ Association (Biba) adianta que a rede global da WorldFirst permitirá aos corretores e aos seus clientes cobrar, converter moeda e efetuar pagamentos em todo o mundo, “ajudando a eliminar as barreiras nas transações internacionais e mantendo-as simultaneamente em conformidade com as normas” que incidem sobre as operações.

Sobre a parceria, Steve White, diretor executivo da Biba, salientou: “Enquanto o mundo está a mudar, o comércio internacional continua e as soluções para esse efeito são essenciais. É por isso que acolhemos o WorldFirst a bordo”.

Por seu lado, Daniel Howe, director geral da WorldFirst para a região EMEA, referiu: ” As empresas beneficiam de ter contas grátis no estrangeiro em até 10 moedas diferentes e da capacidade de cobrar, manter e fazer pagamentos globalmente em mais de 130 moedas, tudo isto com o serviço que prestamos ao cliente 24 horas por dia. Os nossos clientes valorizam realmente a flexibilidade e a certeza que os nossos serviços proporcionam”.

“Estamos certos de que os corretores apreciarão a facilidade de realizar transações internacionais através de nós e é por isso que estamos encantados por nos termos tornado um Membro Associado da Biba”.

A WorldFirst UK Ltd é uma tecnológica da área financeira (fintech) criada em 2004 e habilitada em soluções de pagamentos, conversão de moeda e transferências internacionais. A empresa tem sede em Londres e trabalha sobretudo com exportadores e plataformas de e-commerce.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Corretores britânicos de seguros acolhem WorldFirst como membro associado

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião