64% dos europeus compraram mais online no confinamento e maioria admite continuar

Mais de metade dos europeus admite que fez mais compras online durante o confinamento e, destes, 89% garantem que vão continuar a fazer compras através da internet.

A pandemia alterou os hábitos de consumo e acelerou o comércio eletrónico. 64% dos europeus afirma que fizeram mais compras online durante o confinamento e 89% garante que vai continuar a fazê-lo depois, indica um estudo da DS Smith.

“A Covid-19 iniciou uma nova era no comportamento do consumidor. Este estudo revela que a grande maioria dos europeus planeia manter os hábitos de compra online que adotou durante o confinamento“, explica a DS Smith em comunicado.

A rápida evolução do comércio eletrónico veio para ficar, tendo em conta que a esmagadora maioria dos europeus (91%) sente-se mais confiante em comprar produtos através da internet. Uma das categorias que registou maior subida foi a dos produtos de mercearia, com 41% dos europeus a declarar um aumento nas compras online.

Ainda segundo o estudo, os retalhistas digitais assistiram a um aumento significativo nas vendas. Só no Reino Unido espera-se que este rápido crescimento resulte num aumento de vendas do e-commerce de 5,3 mil milhões de libras (5,8 mil milhões de euros), para um total de 78,9 mil milhões de libras (86,9 mil milhões de euros).

Consumidores procuram opções mais sustentáveis

Os consumidores exigem opções mais sustentáveis e mais de um quinto dos inquiridos declarou que compraria mais online se os artigos fossem entregues com um packaging assente em material sustentável (23%) e reciclável (21%).

“Este estudo demonstra que o packaging mais ecológico é, de facto, uma preocupação para os compradores e, por isso, na DS Smith queremos ajudar os nossos clientes de modo a que a recuperação ecológica seja uma realidade prática e prioritária, através de medidas simples como a adoção de um packaging sustentável”, explica Ignacio Montfort, managing director da DS Smith Ibéria, citado em comunicado.

O estudo contou com uma amostra de oito mil pessoas, em França, Alemanha, Itália, Polónia, Espanha e Reino Unido, com mais de 18 anos.

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