Farmacêuticas garantem que não vão utilizar atalhos para desenvolver vacina para Covid-19

Diretores de quase uma dezena de farmacêuticas comprometem-se a submeter as vacinas para aprovação apenas quando estas provarem ser seguras e eficazes em grandes estudos clínicos.

Numa altura em o mundo ainda se vê a braços com a pandemia, as expectativas de uma vacina que ajude a controlar a situação estão em alta. Mas as farmacêuticas estão a sentir a pressão, e avisam que vão evitar todos os atalhos no desenvolvimento da vacina, de forma a garantir a segurança do produto.

O alerta foi dado numa carta aberta, assinada por vários grupos do setor, que estão a fazer vários avanços e negociações neste campo, como a AstraZeneca, BioNTech, GlaxoSmithKline, Johnson & Johnson, Moderna, Pfizer e Sanofi, adianta a Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

As empresas asseguram que apenas vão submeter as vacinas para aprovação quando estas provarem ser seguras e eficazes em grandes estudos clínicos. “No interesse da saúde pública, comprometemo-nos a que a segurança e o bem-estar das pessoas vacinadas sejam a nossa maior prioridade”, pode ler-se na carta assinada pelos diretores executivos de nove farmacêuticas.

Esta missiva tem também como intenção contrariar a perceção e insinuações de que pressões políticas para ter uma vacina pronta o mais rápido possível possam comprometer a segurança. Na carta, as empresas prometem também trabalhar para garantir que existem opções “indicadas para acesso global”.

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