Mais de metade dos alunos vão de carro para a escola

Face à pandemia do novo coranavírus, 57% dos encarregados de educação preferem levar os alunos de carro para a escola, sendo que 31% dos estudantes vão a pé.

Com o regresso às aulas e o país a entrar novamente em estado de contingência, 53% dos encarregados de educação vão optar por levar os estudantes à escola de carro (mais seis pontos percentuais que em 2019), sendo que 31% vão deslocar-se a pé, de acordo com o Observador Cetelem Regresso às Aulas 2020.

Para além das duas opções mencionadas, os transportes públicos são uma escolha para 21% dos inquiridos, seguido dos transportes contratados (5%) e scooters/motas (0,4%).

“Os dados permitem observar que há mais estudantes que se deslocam de carro com a família entre os que estão no ensino pré-escolar, e no primeiro e segundo ciclos (76%, 66% e 56% respetivamente). No terceiro ciclo, há uma maior repartição entre estudantes que vão a pé (37%), de carro com a família (36%) e de transportes públicos (27%). Já no ensino secundário observa-se que 47% utilizarão transportes públicos, 32% de carro e 32% a pé”, explica a marca do Banco BNP Paribas Personal Finance, em comunicado.

Para os alunos do ensino público, a deslocação de carro com a família é relevante (49%), mas representa praticamente metade dos que frequentam o ensino privado (76%). Entre alunos do ensino público destacam-se igualmente a deslocação a pé (34%) e a utilização de transportes públicos (23%) – opções que registam apenas 9% e 5%, respetivamente, entre encarregados de educação dos alunos do ensino privado. Já 17% dos estudantes no privado irão deslocar-se em transporte contratado especificamente para os alunos.

O automóvel é o tipo de transporte mais utilizado em todo o país, destacando a Grande Lisboa (65%) e a região Sul do país (55%). Na região do Grande Porto o automóvel também é o modo de transporte preferido (52%), seguido das deslocações a pé (29%). Na região Norte e na região Centro há um maior equilíbrio entre as várias opções — deslocações de carro (45% e 46%), a pé (34% e 23%) e de transportes públicos (27% e 23%). Na região Centro 15% utilizarão transportes contratados especificamente para as deslocações dos estudantes para a escola.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Mais de metade dos alunos vão de carro para a escola

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião