Wall Street avança a apostar em estímulos, mas economia preocupa

Apesar dos ganhos, as ações foram perdendo fôlego ao longo da sessão com o mercado a pesar entre o otimismo face às negociações de estímulos e os sinais de declínio do ímpeto de recuperação económica.

Wall Street encerrou em alta, mas foi perdendo fôlego ao longo da sessão com os investidores a pesarem entre o otimismo sobre o progresso nas negociações de estímulos em Washington e os sinais de declínio do ímpeto de recuperação económica.

O Dow Jones somou 0,17%, para 27.829,63 pontos, o S&P 500 avançou 0,56%, para 3.381,76 pontos, e o ​​Nasdaq ganhou 1,44%, para 11.328,35 pontos.

Um conjunto de dados, incluindo pedidos de subsídio de desemprego e gastos dos consumidores, sugere que a lenta recuperação económica pode estar a perder força. Enquanto isso, os mais recentes desenvolvimentos nas negociações para um novo acordo de apoio económico devido à pandemia, mostram que a Casa Branca contrapôs ao pacote de 2,2 biliões de dólares proposto pelos democratas uma ajuda de mais de 1,5 biliões de dólares, que inclui uma ajuda extra de 20 mil milhões de dólares para as companhias aéreas.

A presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, advertiu que os democratas e a Casa Branca mantêm o impasse, mas expressou otimismo de que um acordo poderia ser alcançado.

“O mercado está a ver os estímulos como um lubrificante para a economia, para levar o mercado a um próximo nível e manter o consumidor forte”, disse Matthew Keator, gestor do Grupo Keator, uma empresa de gestão de património.

“Uma das coisas encorajadoras é que o Presidente da Câmara e o Secretário do Tesouro (Steven Mnuchin) mantiveram a mente aberta, o que leva ao ditado ‘a esperança é eterna ’”, acrescentou.

Os principais índices de ações começaram o quarto trimestre impulsionados novamente pelas gigantes do setor tecnológico como a Amazon, a Microsoft e a Apple. Registaram ganhos de 2,3%, 1,01% e 0,85%, respetivamente.

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