Mundo supera os 40,5 milhões de infetados. OMS apela a medidas governamentais

  • ECO
  • 20 Outubro 2020

Numa altura em que se contam mais de 40,5 milhões de infetados em todo o mundo, a Organização Mundial de Saúde (OMS) apelas aos governos para apertarem as medidas de isolamento.

Continua a aumentar o número de pessoas infetadas com coronavírus e, esta terça-feira, aumentou para 40,5 milhões o número mundial de infeções. A contribuir para esta escalada dos números estão, sobretudo, a Europa e os Estados Unidos, diz o MarketWatch (conteúdo em inglês). A Organização Mundial de Saúde (OMS) apela aos governos para reforçarem as medidas de isolamento e prevenção de contágios.

Somadas a estas infeções estão ainda 1,1 milhões de mortes, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Estes números fizeram Michael Ryan, responsável da OMS, a apelar aos países, dando como exemplo países como Singapura, Tailândia, Japão e Austrália, que conseguiram conter a propagação da doença de várias maneiras, desde logo pelo isolamento e quarentena.

“Se pensarmos que, em algum momento no ambiente de transmissão da comunidade, uma em cada 400 a 500 pessoas pode estar infetada, isso pode ser altamente positivo para Covid”, disse Michel Ryan, numa conferência de imprensa, citado pelo Market Watch. “Imaginemos aquela pessoa como um caso que tem dez contactos. Se colocar esses contactos em quarentena, 11 pessoas serão afetadas pelas medidas, ao contrário de um isolamento, que afeta 400 a 500 pessoas”.

“E o sucesso que os países da Ásia tiveram foi a capacidade de encontrar essas 11 pessoas, os casos e os respetivos contactos, e fazer o suficiente para começar a partir as cadeias de transmissão”, acrescentou.

O responsável da OMS reconheceu que os países asiáticos têm níveis mais altos de confiança nos seus Governos, mas notou que também têm um “acompanhamento sério”. Eles não reduziram os centros de teste nem a capacidade clínica quando os números começaram a diminuir. Pelo contrário, disse, aumentaram os esforços. “Muitos países estabeleceram uma linha de chegada imaginária e, quando a cruzaram, desaceleraram os esforços”.

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