Um em cada dez portugueses quer reequipar a casa. Foco é a cozinha

13% dos portugueses tencionam reequipar a casa, com foco na cozinha. Observador Cetelem aponta que, em média, vão gastar 350 euros em grandes eletrodomésticos.

As intenções de consumo para a habitação dos portugueses estão a aumentar e já existem alguns sinais de retoma. Dados recolhidos pelo Observador Cetelem mostram que 13% dos portugueses inquiridos querem reequipar a casa, sendo o principal foco a cozinha (44%). Já o consumo de pequenos eletrodomésticos registou um aumento de dois pontos percentuais face a junho, enquanto os móveis e a decoração tiveram um decréscimo de cinco pontos percentuais.

Estando os portugueses de olhos postos no reequipar das cozinhas, os grandes eletrodomésticos são também uma das categorias onde tencionam gastar mais, uma média de 357,65 euros, calcula o Observador Cetelem. Em simultâneo, os portugueses planeiam gastar uma média de 74,86 euros em pequenos eletrodomésticos.

Contrariamente aos eletrodomésticos e à semelhança do mobiliário, a informação recolhida aponta para uma menor intenção de compra de eletrodomésticos de imagem e som (uma redução de um ponto percentual) e de investimentos em obras e remodelações (menos quatro pontos percentuais), concluiu o inquérito, que entrevistou uma amostra de 1.000 pessoas residentes em Portugal Continental.

Ainda no que respeita a investimentos na habitação, também está nos planos de 3% dos portugueses remobilar a sala (52%), a cozinha (30%) e os quartos (27%). As divisões que vão merecer mais atenção são a cozinha (55%), os quartos e a casa de banho (ambos com 18%).

O inquérito apurou ainda que, apesar do grande crescimento das compras online nos últimos meses, “quando se trata de mobiliário ainda existe uma preferência pela compra em lojas físicas (100%)”. No entanto quando trata-se de comprar eletrodomésticos e equipamentos de imagem e som, o online já é opção para cerca de 15% dos portugueses.

Numa análise ao perfil da habitação dos portugueses, conclui-se que 72% reside em apartamentos, 15% numa moradia com espaço exterior e 12% em moradia sem espaço exterior. Destes, 70% vive em casa própria e 27% em casa alugada.

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