Allianz é a maior seguradora do mundo por ativos não bancários

  • ECO Seguros
  • 7 Janeiro 2021

A A.M. Best, referência global para ratings do setor, atualizou a lista das 10 maiores do mundo em volume de prémios emitidos e, entre as globais, selecionou o Top 10 de 2019 excluindo ativo bancário.

A gigante norte-americana United Health manteve-se, pelo sexto ano consecutivo, na liderança da tabela geral como a maior de todos os grupos da indústria seguradora, averbando 189,7 mil milhões de dólares (mais de 154 mil milhões de euros) em volume líquido de prémios emitidos em 2019.

A lista geral surge sem alterações, face ao ano anterior, com a Ping An Insurance, em segundo lugar, seguindo-se AXA (que era 2ª no ano anterior), China Life Insurance e Kaiser Foundation (EUA), a completarem o Top5 no ano que precedeu a pandemia.

Além das descidas das europeias AXA e Generali face ao posicionamento de 2018, as mudanças no quadro das 10 maiores do mundo (por volume de prémios) mostra sobretudo a ascensão das chinesas Ping An Group e da estatal PICC (People’s Insurance Company of China).

Comparando com as posições obtidas em anos anteriores, a tabela das maiores seguradoras por ativos não bancários regista algumas alterações, com a Allianz (Alemanha) e a Prudential Financial (EUA) a relegarem a AXA (França) para o terceiro lugar, indica a lista ordenada pela A.M. Best, agência de rating global para a indústria seguradora.

Em 2019, os quarto e quinto lugares da tabela pertenceram, respetivamente, à Berkshire Hathaway e à japonesa Nippon Life Insurance.

Resta salientar que o valor global de prémios emitidos pelos 10 maiores grupos seguradores superou os 874 mil milhões de euros (câmbio médio para o par €/USD foi de 1,1422 em 2020, taxa BCE; BdP). Já o ativo líquido global (não bancário) do Top10 somou 6,91 biliões de euros no ano 2019.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Allianz é a maior seguradora do mundo por ativos não bancários

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião