Estado adjudica 12 imóveis para fins turísticos através do Fundo Revive Natureza

Está prevista a criação de 50 empregos. Oito dos 12 projetos são destinados a alojamento para fins turísticos, dois a restauração e dois a atividades de animação e lazer de âmbito turístico.

O Governo adjudicou os primeiros 12 imóveis no âmbito do Fundo Revive Natureza, que visa a recuperação e valorização de imóveis públicos devolutos, a entidades privadas para exploração turística, informou o Ministério de Estado, da Economia e da Transição Digital esta sexta-feira em comunicado.

Segundo o Governo, está prevista a criação de 50 empregos. Oito dos 12 projetos são destinados a alojamento para fins turísticos, dois a restauração e dois a atividades de animação e lazer de âmbito turístico.

De acordo com o comunicado, os imóveis em causa são: Antigo Posto Fiscal da Comporta, no concelho de Alcácer do Sal; Antigo Posto Fiscal de São Jacinto, no concelho de Aveiro; Antigo Posto Fiscal em Malpica do Tejo, no concelho de Castelo Branco; Antigo Posto Fiscal de Quiaios e Antiga Sede da Administração Florestal da Figueira da Foz, no concelho da Figueira da Foz; Antigo Posto Fiscal em Alares, no concelho de Idanha-a-Nova; Antigo Posto Fiscal de Vilamoura, no concelho de Loulé; Antigo Posto Fiscal de São Pedro de Moel, no concelho da Marinha Grande; Antigo Posto Fiscal de Viana do Castelo e Antigo Posto Fiscal da Amorosa, no concelho de Viana do Castelo; e Antigo Posto Fiscal da Carvalha, no concelho de Vila Nova da Cerveira e Antigo Posto Fiscal dos Lavadores, em Vila Nova de Gaia.

“As propostas vencedoras, para além da recuperação do imóvel de uma forma que minimize o impacto ambiental, assumem o compromisso de criar emprego localmente, bem como de promover outras ações com impacto social relevante. Os concorrentes propõem-se, ainda, a promover os produtos típicos da região (alimentares, artesanato, etc.) e criar experiências, nomeadamente através de parcerias, que permitam aos visitantes viver a região (experiências de natureza, culturais, de aventura, etc.)”, lê-se no comunicado.

Os vencedores serão contactados e “terão nove meses para a apresentação e aprovação dos Pedidos de Informação Prévia vinculativos, ou dos Projetos de Arquitetura, junto das Câmaras Municipais onde se localizam os respetivos imóveis”.

Além destes imóveis, ainda estão abertos concursos para mais sete, cujo prazo de candidaturas termina a 18 de março.

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