Nas notícias lá fora: Trump, AstraZeneca e Berkshire

Donald Trump sugeriu que poderá considerar recandidatar-se à presidência dos EUA em 2024, enquanto a AstraZeneca avançou com a venda da sua participação na Moderna.

O antigo presidente dos EUA Donald Trump sugeriu que poderá estar na calha uma recandidatura à Casa Branca em 2024, depois de ter sido derrotado por Joe Biden. A AstraZeneca decidiu vender a sua posição na Moderna, numa altura em que as ações da farmacêutica disparam devido à vacina contra a Covid-19. A pandemia está a trazer mudanças nos hábitos de consumo, levando a uma queda nas comissões dos cartões cobradas pelos bancos. Veja estas e outras notícias que marcam a atualidade internacional.

Reuters

Trump sugere possível recandidatura em 2024

O ex-presidente norte-americano Donald Trump insinuou que poderia voltar à corrida presidencial em 2024. “Vamos recuperar a Câmara, ganhar o Senado e então um presidente republicano fará um regresso triunfante à Casa Branca. Eu pergunto-me quem será?”, disse, na primeira grande aparição desde que deixou a Casa Branca, há quase seis semanas. Trump atacou também Joe Biden e repetiu as afirmações fraudulentas de que venceu a eleição de 2020.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

The Times

AstraZeneca vende posição na Moderna por mil milhões

A AstraZeneca vendeu a sua posição de 7,7% no capital da Moderna por uma soma superior a mil milhões de dólares, de acordo com o The Times. A alienação desta participação aconteceu numa altura em que as ações da Moderna dispararam por causa da vacina contra a pandemia, permitindo alavancar o encaixe com os títulos da empresa com a qual a AstraZeneca mantém uma parceria para tratamentos de outras doenças.

Leia a notícia completa no The Times (conteúdo em inglês, acesso condicionado)

El Economista

Banca espanhola fatura menos 21% em comissões com cartões

A pandemia reduziu as comissões cobradas pelos bancos espanhóis pelo uso de cartões de crédito e débito. As seis grandes entidades do país faturaram 5.023 milhões de euros no ano passado, o que representa uma queda de 21%, face aos 6.355 milhões que arrecadaram no ano anterior. Esta redução foi motivada pela queda do consumo durante a pandemia, com uma maior poupança das famílias face à incerteza económica, bem como pelas restrições à mobilidade.

Leia a notícia completa no El Economista (acesso livre, conteúdo em espanhol)

Bloomberg

Sem grandes negócios, Berkshire faz recompra recorde de ações

A Berkshire Hathaway fixou um recorde de recompra de ações em 2020, numa altura em que não abundaram os grandes negócios. Comprou 24,7 mil milhões de dólares em ações da Berkshire no ano passado, um recorde absoluto para o negócio de Warren Buffett. “No ano passado, demonstrámos o nosso entusiasmo pelos ativos da Berkshire ao recomprar o equivalente a 80.998 ações de Classe ‘A”, disse Buffett, na habitual carta anual aos acionistas. Para além disso, também quase duplicou o volume de compra e venda de outras ações em relação a 2019.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado, conteúdo em inglês)

CNBC

Com pandemia, jovens enchem e depois abandonam carrinhos de compras nas lojas online

Um novo passatempo parece estar a emergir com a pandemia de Covid-19: os jovens adicionam vários produtos aos carrinhos de compras virtuais, nas lojas online, e depois abandonam o site. Isto numa altura em que os consumidores estão menos dispostos a fazer gastos perante a incerteza quando à economia. Dados desde o início da pandemia mostravam, no verão passado, uma taxa de abandono do carrinho de 94,4%, em comparação com 85,1% no ano anterior. As empresas vão ter de se “concentrar no envolvimento centrado no cliente” para ultrapassar esta tendência, sinalizou um analista à CNBC.

Leia a notícia completa na CNBC (conteúdo em inglês, acesso livre)

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