“Encarámos a pandemia como se começássemos do zero”, diz CEO da têxtil Adalberto

Perante a pandemia, a Adalberto viu nas dificuldades uma oportunidade de negócio. A CEO da têxtil diz que a empresa aproveitou para reinventar-se e encarou a pandemia como se começassem do zero.

A Estamparia Adalberto, que conta com mais de meio século de história, encarou as dificuldades da pandemia como uma oportunidade. Numa fase inicial da pandemia, reinventou-se, adaptou as linhas de produção e não baixou os braços perante o cancelamento de encomendas e a imprevisibilidade dos mercados.

A CEO da Adalberto, Susana Serrano, explica ao ECO que o momento mais difícil para a têxtil coincidiu com o início da pandemia. A falta de encomendas e a falta de respostas dos clientes foram momentos difíceis para a empresa perante uma realidade desconhecida. “Quando iniciou a pandemia, não tínhamos qualquer tipo de previsão, a falta de resposta dos clientes foi um momento difícil”. A gestora conta que acabou por instalar-se “o medo a nível pessoal e profissional”.

Nos primeiros meses de pandemia, Susana Serrano destaca que o pior momento deveu-se especialmente ao “cancelamento das encomendas, ao adiantamento de algumas sem data de previsão e consequentemente a baixa de faturação”.

Mesmo com a pandemia a assombrar o tecido industrial português e as encomendas a cair, a Adalberto não baixou os braços e acabou por reinventar-se. Susana Serrano salienta que as “dificuldades são oportunidades” e que o segredo prende-se essencialmente com “pensar fora de caixa” e encarar o problema “como se começassem do zero“. Para a CEO da têxtil localizada em Santo Tirso, esta é uma das grandes lições que retirou da pandemia.

Para além das máscaras que inativam a Covid-19, a Estamparia Adalberto lançou uma coleção completa com o mesmo composto antivírico que inclui produtos como sweatshirts com luvas e gola incorporadas, calças, leggings, fatos de treino, entre muito outros. O diretor de inovação da Adalberto, Hugo Miranda, já tinha explicado ao ECO que estes produtos têm um composto antivírico que foi comprovada pelo Instituto de Medicina Molecular (IMM) como uma tecnologia capaz de inativar o vírus SARS-COV-2 com uma eficácia superior a 99%.

A Adalberto revela ainda que vão continuar a desenvolver mais produtos que inativam a Covid-19. Hugo Miranda levanta a ponta do véu e revela que as próximas novidades são produtos biodegradáveis.

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