Nas notícias lá fora: Pfizer-BioNTech, China e inflação

  • ECO
  • 11 Maio 2021

Inflação nos países de leste antecipa início da subida das taxas de juro da União Europeia. E alguns municípios espanhóis pedem parte da receita do IVA para compensar despesas com população flutuante.

Esta terça-feira fica marcada pela notícia de que o regulador norte-americano FDA aprovou o uso da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Pfizer-BioNTech em crianças com, pelo menos, 12 anos de idade. Ao mesmo tempo, o mais recente recenseamento realizado na China veio mostrar que o crescimento demográfico no país atingiu o nível mais baixo de sempre. Contrariamente, a indústria global de energias renováveis atingiu, em 2020, o crescimento mais rápido desde 1999.

The Wall Street Journal

Estados Unidos autorizam uso de vacina da Pfizer-BioNTech em crianças

A FDA, regulador norte-americano responsável pelas áreas da saúde, autorizou pela primeira vez o uso de uma vacina contra a Covid-19 em crianças. Até ao momento, milhões de jovens com idade mínima de 16 anos já tinham sido vacinados com a vacina da Pfizer-BioNTech mas, a partir de agora, já será possível administrá-la em crianças com pelo menos 12 anos, de acordo com as indicações da FDA. A decisão surge depois de um estudo, que contou com a participação de 2.260 adolescentes, ter concluído que a administração de duas doses da referida vacina foi eficaz e segura para essa faixa etária.

Leia a notícia completa no The Wall Street Journal (acesso pago, conteúdo em inglês).

The Guardian

Indústria global de energias renováveis atinge crescimento mais rápido desde 1999

Em 2020, a indústria mundial das energias renováveis cresceu ao seu ritmo mais rápido desde 1999, num ano que ficou marcado pela pandemia de Covid-19. De acordo com a Agência Internacional de Energia (AIE), pode até mesmo ter sido estabelecido um padrão de crescimento para o futuro. O regulador revelou que a entrega de projetos de energias renováveis, incluindo parques eólicos e instalações de energia solar, cresceu 45% no ano passado. Assim, a capacidade eólica duplicou no último ano, enquanto a energia solar cresceu quase 50% mais do que o seu crescimento antes da pandemia.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês)

Reuters

Crescimento demográfico na China atinge o nível mais baixo de sempre

A população da China cresceu ao ritmo mais lento desde os anos 50, à algo que se vê explicado pela diminuição do número de nascimentos. Os resultados do recenseamento realizado em 2020 mostraram que, na última década, a população da China continental aumentou 5,38%, para 1,41 mil milhões. Este apresenta-se como o valor mínimo desde que o recenseamento moderno começou, em 1953. À medida que se registam, no país, as mesmas tendências de envelhecimento que afligem diversas nações desenvolvidas, como o Japão, começam a surgir dúvidas acerca da capacidade de Pequim para impulsionar a sua economia.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês)

Cinco Días

Municípios espanhóis reclamam parte da receita do IVA

Os municípios espanhóis mais ligados ao turismo estão a reclamar uma revisão da lei das finanças locais de modo a receberem uma parte da receita do IVA para compensar as despesas dos serviços (como transportes e limpeza) que prestam à “população flutuante”. Isto porque, com a pandemia, disparou o número de não residentes a permanecer num prazo mais estendido nestas localidades, mas o financiamento atribuído a estes municípios continua a ser baseado no número de residentes.

Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre, conteúdo em espanhol)

Bloomberg

Inflação dá início à corrida para subidas nas taxas de juro da União Europeia

A aceleração da subida dos preços está a sustentar as apostas de que o primeiro aumento da taxa de juro da União Europeia deste ano virá da sua ala oriental. A inflação acelerou mais do que o estimado na Hungria e na República Checa em abril. Enquanto os decisores políticos em Budapeste viram a inflação atingir o valor mais alto dos últimos nove anos, os investidores estão a apostar que os seus homólogos em Praga vão liderar o caminho no aperto da política monetária.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso pago, conteúdo em inglês)

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