Discurso de Costa teve 2.620 palavras. “Investimento” foi a mais repetida

Primeiro-ministro socorreu-se de 2.620 palavras para tirar o pulso ao Estado da Nação, mas também para lançar as prioridades. E o "investimento" dominou o discurso.

António Costa abriu o Estado da Nação com um discurso de largos minutos. Não precisou de esgotar o tempo para ler as 17 páginas que tinha preparadas em que procurou fazer o retrato de um país fortemente abalado pela pandemia.

O primeiro-ministro socorreu-se de 2.620 palavras para tirar o pulso ao Estado da Nação, mas também para lançar as prioridades que, como chefe do Executivo, definiu para o país, contando para isso com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

“Pandemia” foi uma das palavras que mais vezes Costa proferiu no seu discurso, mas foi superada por outras duas ligadas ao PRR: “recursos”, tanto humanos como financeiros e “investimento” destacam-se na “nuvem de palavras” da intervenção inicial de Costa.

Veja as palavras que se destacam no discurso de Costa:

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