Universidade do Minho lidera pedidos de patentes até junho

  • Lusa
  • 25 Agosto 2021

Neste período, o instituto recebeu 407 pedidos de invenção, menos 31,1% face ao mesmo período de 2020, quando foram verificados 591.

A Universidade do Minho liderou no primeiro semestre em número de pedidos de invenções nacionais com 13, seguida de Rui Manuel Dias Ferreira (11) e pela Universidade do Porto (10), segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

De acordo com o relatório estatístico do primeiro semestre, entre os cinco maiores requerentes de patentes aparecem ainda uma empresa, a japonesa Yazaki Corporation (nove), e António Jorge de Oliveira Rodrigues (sete).

No que toca ao ranking das empresas, além da Yazaki Corporation, destacam-se as portuguesas Fravizel – Equipamentos Metalomecânicos, com sete pedidos, e a Hovione Farmaciencia, com seis.

Neste período, o instituto recebeu 407 pedidos de invenção, menos 31,1% face ao mesmo período de 2020, quando foram verificados 591.

Por região, entre janeiro e junho, 120 pedidos (35,1%) tiveram origem na região Norte, 115 (33,6%) na Área Metropolitana de Lisboa e 79 (23,1%) no Centro.

Já na Madeira verificaram-se dois pedidos (0,6%), enquanto nos Açores não houve qualquer solicitação de patente.

No primeiro aemestre de 2021, dos pedidos de invenções nacionais de origem portuguesa, 41,8% foram apresentados por inventores independentes (143), 29,8% por pessoas coletivas (102), 20,5% por instituições de ensino superior (70) e apenas 7,9% por instituições de investigação (27), lê-se no documento.

O INPI concedeu 166 patentes no primeiro semestre, mais 56,6% do que no período homólogo.

Por modalidade de Direitos de Propriedade Industrial (DPI), entre janeiro e junho, os pedidos de marcas, logótipos e dos Outros Sinais Distintivos de Comércio (OSDC) foram os que tiveram maior procura junto do instituto, com uma subida de 34,8% para 13.930, contra os 10.330 verificados no primeiro semestre do ano anterior.

No total, foram concedidas 10.179 marcas e OSDC nacionais, um aumento de 26% em comparação com os primeiros seis meses do ano anterior.

Por sua vez, a via nacional do design caiu, no período em causa, em número de pedidos, 4,4%, “apresentando um volume total de 642 objetos para 152 pedidos”.

Contabilizaram-se ainda 114 concessões de design nacional para 516 objetos concedidos, ou seja, um recuo de 70,8%.

Criado em 1976, o INPI dedica-se a registar e proteger os direitos de propriedade industrial, marcas, patentes e designs em Portugal, promovendo a respetiva proteção no estrangeiro, segundo informação disponível na sua página online.

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