Ministério Público e IGAS arquivam processo sobre irregularidades na vacinação no Hospital Cruz Vermelha

Os inquéritos da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde e do Ministério Público sobre irregularidades na vacinação contra a Covid-19 no Hospital Cruz Vermelha foram concluídos.

Já foi arquivado o processo de investigação pela Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e pelo Ministério Público da vacinação contra a Covid-19 no Hospital Cruz Vermelha. A investigação surgiu depois de notícias sobre eventuais irregularidades e levou mesmo a demissões.

Do “inquérito promovido pela Inspeção-Geral das Atividades em Saúde resultou decisão de arquivamento em julho”, e, agora, do inquérito desenvolvido pela Polícia Judiciária, resultou “idêntica decisão de arquivamento”, avança o Hospital Cruz Vermelha, em comunicado divulgado esta terça-feira. “Assim, foi proferido pelo Ministério Público, este mês de outubro, despacho de arquivamento”, concluem.

Termina assim um caso que se lamenta profundamente e que perturbou a imagem e a reputação do Hospital Cruz Vermelha“, lê-se na nota que a instituição enviou às redações.

As irregularidades diziam respeito ao processo de seleção para vacinação de profissionais de saúde do hospital, sendo que aconteceu numa altura em que surgiram várias situações de vacinação indevida pelo país.

De recordar que, na altura, a situação levou à demissão do então Coordenador da Task Force para a Vacinação contra a Covid-19, Francisco Ramos, também Presidente da Comissão Executiva do Hospital Cruz Vermelha, lugar que manteve. O diretor clínico e a enfermeira diretora do Hospital da Cruz Vermelha também colocaram os lugares à disposição, devido a um lapso na seleção dos profissionais a vacinar.

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