Nas notícias lá fora: BCE, Google e vacinas da Covid-19

O BCE deverá evitar assumir compromissos a longo prazo na sua reunião deste mês. A Google voltou a adiar indefinidamente o regresso aos escritórios, que estava previsto para janeiro.

Na sua reunião deste mês, o Banco Central Europeu (BCE) deverá definir políticas para um período relativamente curto, evitando, para já, compromissos a longo prazo. As ações da empresa chinesa Didi vão sair da Bolsa de Valores de Nova Iorque e passar a negociar em Hong Kong, numa altura em que o Partido Comunista Chinês aperta o controlo sobre o setor tecnológico. Já a Google, preocupada com a nova variante do coronavírus, voltou a adiar o regresso dos trabalhadores aos escritórios para depois de 10 de janeiro. Conheça estas e outras notícias que marcam a atualidade internacional desta sexta-feira.

Reuters

BCE deverá evitar compromisso a longo prazo em dezembro

O Banco Central Europeu (BCE) deverá definir políticas para um período relativamente curto na sua reunião deste mês, dada a incerteza acrescida, mas não deve atrasar uma decisão, uma vez que os mercados precisam de orientação, disse esta sexta-feira a presidente, Christine Lagarde. Os decisores políticos conservadores tinham exortado o BCE a evitar assumir compromissos a longo prazo em dezembro, devido às recentes leituras elevadas da inflação e o ressurgimento da pandemia, incluindo o aparecimento da variante Ómicron. “Há formas de dar clareza sem assumir compromissos a longo prazo e eu erraria ao não assumir um compromisso a muito longo prazo, porque há demasiada incerteza”, apontou Lagarde à Reuters.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso condicionado/conteúdo em inglês).

Financial Times

Chinesa Didi vai sair da Bolsa de Nova Iorque e mudar para Hong Kong

A chinesa Didi Chuxing, considerada a “Uber chinesa”, deverá sair da Bolsa de Valores de Nova Iorque para cotar as suas ações em Hong Kong. Este passo representa um afastamento dos mercados de capitais dos EUA, numa altura em que Pequim tem estado a impor limitações aos principais grupos de tecnologia do país.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso condicionado/conteúdo em inglês).

Bloomberg

Seis vacinas contra a Covid-19 podem funcionar como reforço

Um estudo no Reino Unido, que testou sete vacinas contra a Covid-19 diferentes como doses de reforço, concluiu que a maioria resultou em aumentos de anticorpos no organismo. As vacinas da Moderna e do consórcio Pfizer/BioNTech registaram o melhor desempenho nas pessoas que já tinham a vacinação completa. Todas as sete vacinas no estudo aumentaram a imunidade após a vacina da AstraZeneca, enquanto seis aumentaram os níveis de anticorpos após a da Pfizer.

Leia a notícia completa na Bloomberg (acesso condicionado/conteúdo em inglês).

Reuters

Google adia regresso obrigatório aos escritórios para depois de 10 de janeiro

A Alphabet, empresa “mãe” da Google, disse na quinta-feira que vai adiar indefinidamente o seu plano de regresso ao escritório em janeiro a nível mundial, devido à preocupação crescente em torno da nova variante Ómicron do coronavírus e a alguma resistência à sua imposição de vacinação contra a Covid-19. Em agosto, a Google tinha dito que esperava que os seus trabalhadores voltassem ao escritório cerca de três dias por semana a partir de, o mais tardar, 10 de janeiro.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso condicionado/conteúdo em inglês).

Cinco Días

Espanha quer igualar receitas fiscais europeias sem aumentos significativos de impostos

A ministra das Finanças e da Administração Pública de Espanha, María Jesús Montero, defendeu na quinta-feira que “os impostos são uma alavanca fundamental para redistribuir a riqueza e garantir um Estado social”. Nesse sentido, garantiu que a reforma fiscal que delineará para o país em 2022 visará atingir o nível médio europeu de receita com impostos, assegurando que tal não significará aumentos generalizados de impostos e que a reforma será levada a cabo em paralelo com a recuperação económica da crise provocada pela pandemia de Covid-19. Espanha está sete pontos abaixo da média europeia em receitas fiscais face ao PIB.

Leia a notícia completa no Cinco Días (acesso livre/conteúdo em espanhol).

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