Maiores fortunas da bolsa crescem 3,5 mil milhões em 2021

  • ECO
  • 4 Janeiro 2022

O PSI-20 acumulou ganhos de quase 14% no ano passado. A maioria das empresas valorizou-se, fazendo com que o património das famílias mais ricas aumentasse 3,5 mil milhões.

O PSI-20 acumulou ganhos de quase 14% em 2021, o melhor ano desde 2017, e a maioria das cotadas nacionais tiveram subidas bastante expressivas. A valorização das ações fez aumentar a fortuna das famílias mais ricas da bolsa portuguesa. Em termos agregados, o património dos acionistas mais abastados cresceu cerca de 3,5 mil milhões de euros, para 14,2 mil milhões, de acordo com o Jornal de Negócios (acesso pago).

A família Soares dos Santos foi quem mais ganhou: a subida de 45% da cotação da Jerónimo Martins, a dona do Pingo Doce, fez aumentar o património em 2,2 mil milhões de euros, além dos dividendos de 102 milhões que recebeu no ano passado.

Também a família Azevedo teve um bom ano de 2021, tendo visto as suas participações na Sonae, Sonaecom e Nos valorizarem mais 660 milhões de euros. Por outro lado, a posição de Isabel dos Santos na operadora Nos valorizou 74 milhões, enquanto a família Queiroz Pereira viu o seu património aumentar 213 milhões com a valorização de 30% das ações da Semapa.

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