Nas notícias lá fora: Carros elétricos, fortunas e China

  • ECO
  • 17 Janeiro 2022

Os dez homens mais ricos do mundo viram a sua fortuna acumulada duplicar para 1,5 biliões de dólares desde o início da pandemia. Em França, Macron vai mesmo "chatear" os franceses não vacinados.

As vendas de carros elétricos na Europa superaram as dos modelos a diesel, incluindo os híbridos, pela primeira vez em dezembro. Na China, a política de “zero Covid” do Governo chinês poderá colocar mais problemas na cadeia global de abastecimento, condicionando a operação de muitas empresas. Em França, a vida dos não vacinados vai ficar mais complicada.

Financial Times

Vendas de carros elétricos na Europa superam as dos modelos a diesel pela primeira vez

As estimativas preliminares das vendas de carros na Europa em dezembro apontam para que tenham sido vendidos mais modelos elétricos do que carros a diesel, de acordo com o Financial Times. É a primeira vez que isso acontece, numa altura em que os automobilistas escolhem cada vez mais veículos sem emissões, subsidiados pelos Estados. Mais de 20% dos novos carros vendidos em 18 mercados europeus, incluindo o Reino Unido, eram elétricos, o que compara com menos de 19% dos modelos a diesel, incluindo os híbridos. Esta tendência intensificou-se no final do ano passado, por causa da maior entrega de viaturas por parte da Tesla.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso pago/conteúdo em inglês).

The New York Times

Problemas na cadeia de abastecimento podem piorar com novos bloqueios na China

Muitas empresas estão a preparar-se para mais uma onda de perturbações na cadeia global de abastecimento, à medida que a China impõe bloqueios no país numa tentativa de controlar a propagação da variante Ómicron da Covid-19. Atualmente, a China tem pelo menos 20 milhões de pessoas isoladas, ou cerca de 1,5% da população do país, numa tentativa de travar a propagação do vírus, ao abrigo de uma política a que chamou de “zero Covid”. Devido aos confinamentos, a Volkswagen e a Toyota anunciaram na semana passada que suspenderam as operações em Tianjin.

Leia a notícia completa no The New York Times (acesso condicionado/conteúdo em inglês).

The Guardian

Dez homens mais ricos do mundo duplicaram fortunas na pandemia

Os dez homens mais ricos do mundo viram a sua fortuna acumulada duplicar para 1,5 biliões de dólares desde o início da pandemia, devido ao bom desempenho dos mercados financeiros e da valorização do imobiliário, de acordo com um relatório da Oxfam divulgado esta segunda-feira. O movimento global que luta contra a desigualdade e a pobreza pede aos Governos que criem um imposto único de 99% na riqueza acumulada durante a Covid-19, para ajudar os cidadãos abaixo do limiar de pobreza, uma franja da população que aumentou significativamente durante o mesmo período.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre/conteúdo em inglês).

Reuters

Parlamento francês aprova lei para “chatear” franceses não vacinados

A polémica frase de Emmanuel Macron sobre “chatear” os franceses não vacinados vai mesmo concretizar-se. O Parlamento francês deu a aprovação final ao aperto do cerco aos não vacinados, com 215 votos a favor e 58 contra, sendo que a lei entrará em vigor nos próximos dias. O que muda? Para entrar em espaços públicos como restaurantes, cafés, cinemas e comboios de longa distância, os franceses terão de apresentar um certificado de vacinação (“passe sanitário”) — ou seja, já não bastará um teste negativo. Atualmente, cerca de 78% da população francesa está totalmente vacinada.

Leia a notícia completa na Reuters (acesso condicionado/conteúdo em inglês).

The Verge

Apple obriga trabalhadores a reforço da vacina Covid ou teste para acesso ao escritório

A fabricante do iPhone vai exigir aos trabalhadores que apresentem uma prova de que receberam a dose de reforço da vacina contra a Covid-19, até quatro semanas após serem elegíveis, a partir de 15 de fevereiro. A alternativa é testarem-se para entrar em Apple Stores e nos escritórios, uma regra que passará a ser obrigatória a partir de 24 de janeiro. Esta é a resposta da Apple à propagação veloz da Ómicron nos Estados Unidos, o que está a criar dificuldades a algumas empresas por causa dos períodos de isolamento.

Leia a notícia completa no The Verge (acesso livre/conteúdo em inglês).

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