BRANDS' PESSOAS Liderança no feminino: ultrapassar as barreiras invisíveis através da Diversidade e a Inclusão

  • PESSOAS + EY
  • 7 Março 2022

Teresa Freitas, Talent Director, EY Portugal, fala da importância de criar uma consciência da Diversidade e Inclusão nas empresas, dando como exemplo a realidade da EY.

São cada vez mais frequentes nas empresas as iniciativas de apoio à igualdade das mulheres no acesso à carreira e à liderança, com o objetivo de incentivar e preparar as mulheres a liderar num ambiente predominantemente dominado por homens, a pedir um aumento, a pedir uma promoção. Mas, as mulheres são perfeitamente capazes de o fazer e, muitas vezes, o problema não está na inaptidão das mulheres, mas sim nas barreiras invisíveis que existem no workplace.

Na EY, levamos muito a sério a Diversidade e a Inclusão (D&I) e, por muitas vezes existir a perceção de que o setor dos serviços profissionais, no qual nos enquadramos, é um ambiente predominantemente masculino, desde muito cedo que tivemos de criar uma consciência da importância do D&I, pois somente com equipas diversas se atingem resultados verdadeiramente excecionais.

"Na EY, 45% das funções de liderança são ocupadas por mulheres”

Teresa Freitas

Talent Director, EY Portugal

A EY é uma empresa global, com mais de 312 mil EYers, em mais de 150 países e, é com muito orgulho que a EY Portugal, na região EMEIA, tem a melhor representatividade de género, com 53% de mulheres e 47% de homens a trabalhar nos nossos escritórios em Portugal. Esta realidade é o resultado de uma cultura voltada para a diversidade e que é embutida, desde logo, no recrutamento e que continua nas promoções de carreira e acesso a funções de Liderança.

Existem várias iniciativas de D&I na EY, mas gostaria de destacar o nosso programa de Women in Leadership, em parceira com a PWN – Professional Women Network – e que tem como principal objetivo fortalecer o networking das nossas mulheres, dentro e fora da EY, com sessões sobre tópicos que abrangem todas as fases de carreira de uma mulher, as quais, essencialmente, podem ser agrupadas em três grandes momentos. A primeira é a fase inicial de carreira, que se caracteriza pela conquista e concretização de objetivos. A segunda é uma fase de resiliência, na qual, para muitas mulheres, se conjuga a gestão com a maternidade. A terceira é uma fase de contributo, onde é importante deixar um legado.

Na EY, 45% das funções de liderança são ocupadas por mulheres e, para celebrar o Dia Internacional da Mulher, a EY realizou mais uma iniciativa, desta vez sobre “Liderança no Feminino: Vida Profissional + Vida Pessoal”, onde iremos contar com o testemunho da nossa partner Ana Salcedas, líder da área de Financial Services, sobre como conciliar o profissional com o pessoal, ao longo dos três grandes momentos de carreira de uma mulher.

Para que este equilíbrio seja uma realidade, atualmente a EY já tem um modelo de trabalho híbrido. Este modelo é muito mais do que trabalhar X dias no escritório e X dias remotamente. A liderança da EY não quis, propositadamente, estipular um número fixo de dias em que as pessoas têm de vir ao escritório. O nosso modelo de trabalho híbrido consiste em Work from the right place, at the right time, for the right reason.

Na EY, acreditamos que esta evolução do nosso modelo de trabalho contribui, em grande medida, para continuarmos a fomentar o nosso ADN em D&I que tanto nos caracteriza, pois só com uma cultura inclusiva e com equipas diversificadas conseguimos servir melhor os nossos clientes, criar uma experiência excecional para quem trabalha na EY e atingir o nosso propósito de Building a Better Working World.

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