Valores para a revisão de preços nas empreitadas sobem no final de 2021. Aumentam 6% num ano

Os indicadores económicos que são usados para refletir a variação dos custos numa empreitada subiram no último trimestre do ano passado.

Os índices de custos de mão-de-obra, de materiais e de equipamentos de apoio, indicadores usados para refletir a variação dos custos numa empreitada, aumentaram no último trimestre de 2021, tanto face ao trimestre anterior como ao período homólogo, segundo o aviso publicado esta terça-feira em Diário da República.

“Para efeito de aplicação das fórmulas de revisão de preços”, são publicados os valores dos índices de custos de mão-de-obra, de materiais e de equipamentos de apoio, relativos aos meses de outubro, novembro e dezembro de 2021, “fixados através da aprovação do Conselho Diretivo do IMPIC, I. P., em reunião datada de 9 de março de 2022”, lê-se no aviso.

Estes índices contemplam várias componentes, mas têm também um valor global (sendo a base 100 janeiro de 2004). Este valor foi de 159,4 para os meses de outubro, novembro e dezembro de 2021, o que compara com 157,6 no trimestre anterior. Já face ao mesmo trimestre de 2020, quando o valor foi de 149,9, registou-se uma subida de 6,3%.

Cada índice contém então vários indicadores, sendo que por exemplo a reabilitação ligeira de edifícios está agora com um valor de 159,5, face a 156,9 no trimestre anterior e 149,5 no período homólogo. Nas profissões, um pedreiro passou de 149,1 em outubro de 2020 para 158,9 no espaço de um ano.

Já nos equipamentos de apoio, onde tipicamente o valor cresce ao longo do trimestre, o índice foi de 119,7 em dezembro de 2020, 124,1 em setembro de 2021 e 125,7 em dezembro deste ano.

As fórmulas desenhadas na revisão de preços têm como objetivo encontrar o coeficiente de atualização a aplicar ao preço inicial contratado.

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