Direto Portugal repudia expulsão de funcionários da embaixada de Portugal em Moscovo

G7 compromete-se com mais ajudas para Ucrânia, devastada pela guerra. Brent recupera, assim como as cotações da prata e da soja.

Os ministros das Finanças dos sete países mais ricos do mundo reuniram-se esta quinta-feira na Alemanha para tentar encontrar uma solução para a situação financeira da Ucrânia. A ajuda mobilizada pelo G7 destinada à Ucrânia já atinge os 18,4 mil milhões de dólares, contemplando compromissos recentes.

O G7 discutiu um plano que ajude a impulsionar a economia ucraniana devastada pela guerra. A União Europeia já deu um passo nesse sentido ao anunciar ontem um empréstimo de curto prazo, em tranches, de nove mil milhões de euros. Por sua vez, os Estados Unidos anunciaram que vão enviar mais 215 milhões de dólares (205 milhões de euros) em ajuda alimentar para a Ucrânia.

No plano diplomático, a Rússia decidiu expulsar cinco funcionários da Embaixada de Portugal em Moscovo, que “terão de abandonar a Rússia no prazo de 14 dias”, como adiantou o Ministério dos Negócios Estrangeiros. O Governo português já repudiou esta ação, tendo mesmo falado em “retaliação”.

Neste 85.º dia de guerra, que já provocou a morte a 3.778 civis de acordo com o último balança da ONU, o Presidente ucraniano manifestou a intenção de recuperar o controlo sobre as cidades do sul de Kherson, Melitopol, Berdyansk, Enerhod e Mariupol, agora ocupadas pelas forças russas.

Além das perdas de vidas humanas e os estragos provocados em infraestruturas a guerra na Ucrânia está também a provocar graves perturbações no abastecimento de alimentos. António Guterres alertou que a crise de escassez de alimentos agravada pela guerra na Ucrânia poderá arrastar-se durante anos.

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