Lucros da GreenVolt crescem 43% para 1,3 milhões de euros no primeiro trimestre

Lucros da GreenVolt cresceram 43% para 1,3 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, face ao período homólogo. Segmento da biomassa residual foi o que mais contribuiu para os resultados.

A GreenVolt viu os seus lucros aumentarem para os 1,3 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, isto é, um aumento de 43% face a igual período do ano passado. A contribuir para este desempenho esteve o segmento de biomassa residual.

Entre janeiro e março deste ano, os lucros da empresa de energias renováveis liderada por João Manso Neto cresceram 43% para 1,3 milhões de euros. Um resultado que beneficiou da melhoria do EBITDA (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), que excluindo os custos de transação, disparou 241% para cerca de 22 milhões de euros.

Quanto ao volume de negócios, a Greenvolt viu as suas receitas aumentarem 167% no primeiro trimestre deste ano para os 56,6 milhões de euros, face ao período homólogo, fortemente impulsionadas pelo segmento da biomassa residual, mas também pelo reforço dos projetos solares eólicos.

No que toca especificamente ao segmento da biomassa residual, este registou receitas de cerca de 48,7 milhões de euros, o que corresponde a um crescimento de 130% face ao primeiro trimestre de 2021. Já o EBITDA associado a este segmento disparou 291% para 25,3 milhões de euros entre janeiro e março, face ao período homólogo.

“Durante o primeiro trimestre de 2022 a GreenVolt prosseguiu a implementação da sua estratégia, com um reforço do investimento nas áreas que identificámos como de maior potencial de crescimento: o desenvolvimento de projetos solares e eólicos do tipo utility scale e a geração distribuída vocacionada para o autoconsumo”, realça o CEO da GreenVolt, citado em comunicado.

No que toca ao reforço dos projetos solares e eólicos, a empresa de energias renováveis detém um pipeline de 6,6GW, com 2,7 GW em fase avançada até ao final de 2023.

No final de março de 2022, a dívida financeira líquida da subsidiária da Altri ascendia em 2022 a 180,5 milhões de euros, sendo que as linhas de Caixa e equivalentes eram de 238,1 milhões de euros.

A GreenVolt salienta ainda que no futuro “não espera efeitos adversos materiais face à dramática situação que se vive na Ucrânia, apesar da V-R ter atividade significativa na Polónia e Roménia, e países vizinhos”. Não obstante, citado em comunicado, o CEO da GreenVolt realça que a guerra no leste da Europa reforça “a necessidade de mais fontes de geração energética de base renovável como forma de reforço da independência energética”.

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