Rendas das casas sobem 2,25% em 2026

A inflação que serve de base à atualização das rendas das casas fixou-se nos 2,25% em agosto, de acordo com a estimativa rápida divulgada esta sexta-feira pelo INE.

A partir de 1 de janeiro de 2026, as rendas poderão subir até 2,3% caso os senhorios pretendam. A inflação que serve de base para calcular o coeficiente de atualização anual das rendas fixou-se nos 2,25% em agosto, de acordo com os dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

A média anual do IPC exceto habitação é utilizada para fazer o cálculo do coeficiente de atualização anual dos diversos tipos de arrendamento, incluindo para habitação. Para o próximo ano, os proprietários podem fazer aumentos ligeiramente mais expressivos em relação ao ano corrente, quando o aumento chegou aos 2,16%.

O Índice de Preços no Consumidor (IPC) teve uma variação homóloga de 2,8% este mês, segundo a estimativa rápida do INE. Os dados oficiais serão divulgados no próximo dia 10 de setembro.

Confirmando-se este valor, significa que uma renda atual no valor de 800 euros poderá agravar-se 18 euros no início do próximo ano, enquanto um inquilino que pague 1000 euros de renda pode passar a ter uma renda 1022,50 euros por mês.

Apesar do novo aumento, o valor do coeficiente de atualização das rendas mantém o abrandamento registado em 2024, após anos de significativas que obrigaram até o Governo a impor um travão. Em 2023, o valor do coeficiente foi de quase 7%.

No último ano, o preço do arrendamento em Portugal cresceu 10% e a mediana das rendas subiu mais do que os salários em Portugal, como mostrou a mediana dos novos contratos celebrados no primeiro trimestre de 2025 em relação aos mesmos três meses do ano passado. Numa comparação a cinco anos, o aumento das rendas foi superior a 70%.

Notícia atualizada às 11h18

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