Formar migrantes e gestores. A chave para abrir as portas do mundo do trabalhopremium

São mais de 10% da população ativa do país, mas os migrantes apresentam níveis de desemprego e precariedade mais elevados. A formação pode ser a chave para abrir portas a uma verdadeira inclusão.

Da cozinha do Mezze não saem apenas iguarias do Médio Oriente, como a moussaka, o falafel ou o hummus, servem-se pratos preparados por pessoas cheias de história, que chegaram a Portugal à procura de uma oportunidade de vida. A cozinha junta refugiados e migrantes, quase todos da Síria e do Iraque, com exceção de uma colaboradora marroquina. A inclusão é o principal ingrediente na cozinha do Mezze e solidariedade e tolerância são obrigatórias na receita. No projeto da associação Pão a Pão, que tem como objetivo integrar refugiados do Médio Oriente em Portugal e no mercado de trabalho, os colaboradores migrantes encontraram uma nova “casa” onde partilhar as refeições. E não podiam estar num sítio mais adequado: Mezze significa refeição de partilha, com amigos ou com a família; é uma festa

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos