As reformas dos nos últimos anos tiraram o país da quase estagnação e colocaram a França a crescer mais do que a Zona Euro, mas a perda de poder de compra ofuscou a estratégia do presidente reeleito.
Um dos trunfos que Emmanuel Macron levou para a segunda volta das eleições presidenciais deste domingo, que lhe garantiram a reeleição é a economia, ainda que tenha sido ofuscado pelas consequências da guerra na Ucrânia e as sanções impostas à Rússia, que estão a corroer o poder de compra dos franceses.
Este era o diagnóstico feito pelo FMI na sua avaliação anual (artigo IV) em 2015, uns meses depois de Macron entrar para o Governo de Manuel Valls como ministro da Economia:
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