O legado económico e os novos desafios de Macronpremium

As reformas dos nos últimos anos tiraram o país da quase estagnação e colocaram a França a crescer mais do que a Zona Euro, mas a perda de poder de compra ofuscou a estratégia do presidente reeleito.

Um dos trunfos que Emmanuel Macron levou para a segunda volta das eleições presidenciais deste domingo, que lhe garantiram a reeleição é a economia, ainda que tenha sido ofuscado pelas consequências da guerra na Ucrânia e as sanções impostas à Rússia, que estão a corroer o poder de compra dos franceses. Este era o diagnóstico feito pelo FMI na sua avaliação anual (artigo IV) em 2015, uns meses depois de Macron entrar para o Governo de Manuel Valls como ministro da Economia: O texto faz já uma referência à Lei Macron, com vista a reforçar a competitividade perdida da França. Na mesma avaliação publicada em julho de 2019, dois anos depois do líder do República em Marcha chegar ao Eliseu, o FMI escreve: O contraste entre as avaliações é evidente, com a instituição internacional com sede

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos