A energia necessária para ser Jacinda Ardernpremium
Com a renúncia ao cargo de primeira-ministra, Ardern dá duas notícias ao mundo. Uma muito má: a do seu afastamento. Outra, muito boa: a da sua humanidade.
Acredito que atraímos aquilo que projetamos. Esta semana, Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, anunciou a sua renúncia ao cargo, já a partir de 7 de fevereiro. A razão fundamental? Não tem energia suficiente para continuar no papel. A conclusão fundamental? Uma enorme coragem, sentido crítico. Uma enorme capacidade de consciência de si mesma e da sua responsabilidade.
Recuemos. Para quem acompanha minimamente notícias de política internacional, sabe que não é fácil que apareçam, nos jornais portugueses europeus em cujos países não existem relações comerciais históricas e relevantes, histórias relacionadas…
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