Fábricas portuguesas entram no jogo do talentopremium

Aumento das qualificações, antecipação da fase de recrutamento, programas de desenvolvimento. A indústria é obrigada a disputar o jogo do talento e a Corticeira Amorim é um dos melhores executantes.

A memória mais marcante que Alexandra Godinho guarda da primeira vez em que entrou na principal fábrica de rolhas da Corticeira Amorim, em Santa Maria da Feira, é o ‘bailado’ que as operárias faziam no processo de escolha. Instaladas no andar de cima da unidade industrial, envergando uns enormes aventais onde guardavam as rolhas no regaço, iam-nas distribuindo uma a uma pelos diferentes cestos à sua volta, conforme as classes de rolha que estavam a selecionar. Em 2003, acabada de ser recrutada à Sonaecom (Optimus) — onde passou três anos depois de outros tantos na Axa Seguros —, depois de quase uma década na fábrica da Renault em Cacia, a diretora corporativa de recursos humanos da Corticeira Amorim, habituada ao avanço organizacional e produtivo do setor automóvel, sentiu ali o primeiro

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