Reabilitação urbana sobe 32% em agosto em termos homólogos

  • Lusa
  • 29 Setembro 2016

O crescimento do nível de atividade de reabilitação urbana foi acompanhado por um aumento de 27,4% na carteira de encomendas.

A atividade de reabilitação urbana cresceu 32% em agosto deste ano, em termos homólogos, acompanhando a recuperação do mercado iniciada há dois meses, segundo o barómetro da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), hoje divulgado.

Com base num inquérito mensal aos empresários do setor da construção civil e obras públicas, realizado pela AICCOPN, o crescimento do nível de atividade de reabilitação urbana foi acompanhado por um aumento de 27,4% na carteira de encomendas durante o mês de agosto, em termos homólogos.

A atividade e carteira de encomendas na reabilitação registaram “fortes aumentos em agosto”, frisou a AICCOPN, em comunicado.

A atividade deste setor deverá ser ainda mais impulsionada com o pacote de investimento de 100 milhões de euros dedicados à reabilitação urbana, anunciado ontem pelo ministro da Economia no debate de urgência convocado pelo PSD sobre investimento e crescimento económico.

De acordo com a informação do barómetro, a produção contratada também regista “uma consistente tendência de crescimento” com o tempo assegurado de laboração a um ritmo normal de produção a fixar-se em 7,6 meses em agosto deste ano, “o que corresponde a um aumento 13%, em termos homólogos e de 36% face a maio”.

Fundada em 1892, a AICCOPN é uma associação de âmbito nacional, que representa cerca de 8.000 empresas do setor da construção civil e obras públicas.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Reabilitação urbana sobe 32% em agosto em termos homólogos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião