Wall Street cai… mas não tanto

Trump assustou os mercados. A vitória afundou as bolsas asiáticas e europeias. Os futuros dos índices americanos chegaram a cair mais de 4%. Na abertura, Wall Street cai em torno de 0,5%.

Donald Trump na Casa Branca, tensão nos mercados. A agitação começou a sentir-se ainda de madrugada, com a vitória do republicano frente a Hillary Clinton. Abanou desde o cambial às matérias-primas, das obrigações às ações, arrasando as praças asiáticas. As praças europeias estão no vermelho e as bolsas norte-americanas também não escapam. Mas caem menos.

Os futuros dos principais índices norte-americanos chegaram a apontar para quedas de mais de 4% numa reação imediata à vitória de Trump para se tornar no 45º Presidente dos EUA. As fortes quedas deram o mote para os restantes mercados acionistas. Mas na abertura, o S&P 500 recuava 0,42% para 2.130,53 pontos, chegando a somar 0,38% momentos depois. O Dow Jones cedia 0,03% e o Nasdaq perdia 0,77% — o “toque do sino” aconteceu em Lisboa.

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No dia seguinte ao das eleições, e depois da agitação logo após o resultado contrário aquele que era apontado pelas últimas sondagens, os investidores estão a reavaliar as suas posições no mercado. Há um aliviar no desempenho negativo das bolsas europeias que se faz sentir também na abertura das praças norte-americanas.

A evitar perdas expressivas nos EUA estão os títulos do setor financeiro, que é visto como um dos preferidos do futuro presidente dos EUA. Trump diz que a regulação dificulta a tarefa dos bancos de emprestar dinheiro às pessoas para criar emprego e negócios. Ou seja, revela ser um defensor de menos regulação e mais atividade comercial para a banca o que poderá animar ações.

(Notícia atualizada com mais informação sobre a abertura de Wall Street)

 

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