Depois do Web Summit, ScaleUp Porto lança guia para empreendedores

  • Ana Luísa Alves
  • 17 Novembro 2016

Guia apresenta a comunidade empreendedora do Porto em 80 páginas de informação. Inclui números, testemunhos de fundadores e investidores e até espaços de cowork.

O Porto acaba de lançar o primeiro guia de empreendedorismo assente no ecossistema da cidade. A iniciativa, da Câmara Municipal em parceria com o projeto ScaleUp Porto, é uma maneira de sistematizar e apresentar empreendedores, investidores, eventos e espaços de cowork. O guia, apresentado no Web Summit, está disponível para download gratuito aqui.

pssg_pubO livro integra uma apresentação do ecossistema empreendedor e uma seleção das startups do momento, em simbiose com o local da cidade onde foram fotografadas. Além disto, inclui ainda testemunhos de fundadores das scale ups, como José Neves, da Farfetch, e investidores como a SONAE.

Segundo o comunicado da ScaleUp Porto, este guia é “a ferramenta ideal para quem quer conhecer o ecossistema e ser parte da comunidade”.

A ScaleUp Porto é uma parceria entre a Câmara Municipal do Porto e o UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e a Porto Design Factory, do Politécnico do Porto. “A ScaleUp é para empresas que já passaram a fase de arranque e já estão a funcionar. Representa o tecido empresarial portuense a nível da tecnologia e do empreendedorismo”, explica Mafalda Ricca, da Gema Digital, uma das empresas que representou o projeto no Web Summit.

A estratégia ScaleUp Porto é ser um instrumento para a promoção da cidade enquanto impulsionadora de projetos inovadores a uma escala mundial. O Manifesto ScaleUp Porto é também um contributo da cidade para o movimento ScaleUp For Europe, realçando a importância do envolvimento das cidades no processo de crescimento dos ecossistemas.

Ainda o Web Summit

A Gema Digital já existe há 10 anos. Para Mafalda Ricca, CEO da empresa, a presença no Web Summit valeu a pena, sobretudo “porque surgiram imensas oportunidades de negócio” explica. Para Mafalda, a aplicação do Web Summit funcionou “bastante bem” e foi possível agendar algumas reuniões com investidores durante o evento.

Para Hugo Pereira, consultor sénior da Impacting, a vinda a Lisboa tinha um outro objetivo, além do estabelecimento de contactos com possíveis investidores: lançar um novo projeto, “mais uma empresa dentro do grupo”, explica.

“Sentimos que o evento foi extremamente produtivo, gerámos imensos contactos que estamos neste momento a seguir e a tentar concretizar. Mais importante ainda foi a possibilidade de reunir com clientes e algumas oportunidades que já tínhamos em perspetiva, assim como a possibilidade de ter a equipa a formar-se com talks muito interessantes e a darem-se a conhecer a peers da área”, referiu Hugo ao ECO.

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