Revista de imprensa internacional

Os salários das várias equipas que constituem a União Europeia vão receber um aumento salarial no próximo ano. Entre os visados está a Comissão Europeia e o seu presidente, Jean-Claude Juncker.

Na OPEP as negociações complicam-se com a Arábia Saudita a recusar-se a estar na reunião de preparação do encontro de dia 30. Na União Europeia, o referendo italiano continua a marcar a agenda: o ministro dos Negócios Estrangeiros veio acalmar os ânimos, mas dia 4 de dezembro tudo pode mudar. Já o pós-referendo do Reino Unido continua a trazer mais notícias. Desta vez é o governador do Banco de Inglaterra que quer mais dois anos de mercado único europeu.

The Sunday Times

Staff da União Europeia vai ter aumento de salário

As equipas da União Europeia vão receber um aumento de 3,3% no salário no Natal. No caso do presidente da Comissão Europeia, os números são os seguintes: Jean-Claude Juncker vai receber um pagamento atrasado de 5.200 euros; depois será aumentado em 15.543 euros, elevando o seu salário para os 324 mil euros por ano. A isso soma-se um subsídio de quase 50 mil euros. Segundo o The Sunday Times, o aumento previsto é quase sete vezes superior ao valor da inflação registada na União europeia.

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CNBC

Ministro dos Negócios Estrangeiros italiano garante que Itália não está a caminho da catástrofe

O referendo de dia 4 de dezembro está a causar incerteza no sul da Europa, mas Paolo Gentiloni quer tranquilizar o Mundo. Em entrevista à CNBC, o ministro dos Negócios Estrangeiros afastou um cenário catastrófico após o referendo italiano. Porquê? Porque a Itália de hoje não é a de 2011, argumenta. “Atualmente temos um ambiente económico e financeiro completamente diferente”, afirmou Gentiloni à CNBC. O ministro de Renzi — que já disse que se demite caso perca o referendo — admite que a situação é de instabilidade, mas não existem perigos colaterais para a economia europeia.

Leia a notícia completa na CNBC. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

The Wall Street Journal

Arábia Saudita não vai ao encontro pré-OPEP

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) tem esta segunda-feira a sua última oportunidade para conseguir definir as bases de um acordo para limitar a produção de petróleo. O cartel reúne-se a 30 de novembro, mas antes disso vai tentar convencer os produtores fora da OPEP, como a Rússia, a cooperarem neste corte. As notícias para já não sinalizam um acordo em breve: a Arábia Saudita anunciou que não vai ao encontro preliminar, o que dificulta as negociações. Prevê-se assim que o preço do petróleo continue a cair uma vez que a produção continua a quebrar recordes.

Leia a notícia completa no The Wall Street Journal. (Acesso pago / Conteúdo em inglês)

NBC News

Trump diz existirem “milhões” de eleitores ilegais

Este domingo, o próximo presidente dos Estados Unidos da América respondeu, no Twitter, aos pedidos de recontagem de votos acusando “milhões” de eleitores de votarem ilegalmente. “Além de ter ganho o Colégio Eleitoral facilmente, eu venci o voto popular se deduzirem as milhões de pessoas que votaram ilegalmente”, escreveu Donald Trump.

Leia a notícia completa em NBC News. (Acesso gratuito / Conteúdo em inglês)

The Sunday Times

Governador do Banco de Inglaterra quer mercado único até 2021

Mark Carney está a reunir esforços para manter o mercado único até 2021. Ou seja, pelo menos mais dois anos após a saída ‘oficial’ do Reino Unido da União Europeia. O ‘adeus’ deverá ser dado em 2019, caso Theresa May cumpra a promessa de acionar o Artigo 50 no início de 2017. É essa a vontade do governador do Banco da Inglaterra que pretende uma transição ainda mais suave para a economia britânica, principalmente para a City de Londres, um problema por resolver. Segundo o The Sunday Times, Mark Carney tem reunido com altas instâncias do setor bancário europeu para reunir apoios e partir com avanço para as negociações.

Leia a notícia completa no The Sunday Times. (Acesso pago / Conteúdo em inglês)

Texto editado por Mariana de Araújo Barbosa (mariana.barbosa@eco.pt)

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