Greves nos aeroportos nacionais complicam viagens no final do ano

  • ECO
  • 22 Dezembro 2016

Trabalhadores da Groundforce e da Portway fazem greve a 28 e 30. Prosegur e Securitas protestam a 27 e 29. Vem aí um final de ano conturbardo nos aeroportos nacionais

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação Civil e Aeroportos (SITAVA) lamentou os transtornos que serão causados aos passageiros pelas greves marcadas para o final do mês nos aeroportos e responsabilizou as empresas envolvidas no conflito.

“Não está nas mãos do SITAVA evitar que as greves se realizem. Esse ónus está no lado das multinacionais (Vinci, Prosegur e Securitas) no caso dos APA [Assistentes de Portos e Aeroportos], está nas mãos do sr. Humberto Pedrosa (no caso da SPdH/Groundforce) e nas mãos da Vinci (no caso da Portway). E está nas mãos do Governo, que pode fazer bem mais do que promover reuniões e espalhar promessas”, disse o sindicato num comunicado.

Os trabalhadores da Groundforce e da Portway, que asseguram a assistência de pessoas e bagagem nos aeroportos nacionais, marcaram greve de 28 a 30 de dezembro, e os trabalhadores da Prosegur e Securitas, que asseguram o raio-x da bagagem de mão e o controlo de passageiros, vão estar em greve entre 27 e 29, o que poderá causar perturbações nos aeroportos no final do ano.

"Não está nas mãos do SITAVA evitar que as greves se realizem. Esse ónus está no lado das multinacionais (Vinci, Prosegur e Securitas) no caso dos APA [Assistentes de Portos e Aeroportos], está nas mãos do sr. Humberto Pedrosa (no caso da SPdH/Groundforce) e nas mãos da Vinci (no caso da Portway). E está nas mãos do Governo, que pode fazer bem mais do que promover reuniões e espalhar promessas.”

SITAVA

Comunicado

O SITAVA lembrou que os conflitos têm a ver com a falta de condições de trabalho, baixos salários, situações de precariedade e o risco de perda de postos de trabalho.

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