Marcelo feliz pela importância que Costa atribuí à educação

  • Lusa
  • 26 Dezembro 2016

Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou-se feliz por haver políticos, como o primeiro-ministro, que entendem que a educação é "muito importante" para o desenvolvimento do país.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, manifestou-se hoje feliz por haver políticos, como o primeiro-ministro, que entendem que a educação é “muito importante” para o desenvolvimento do país.

“No meu discurso de posse, quando disse quais eram os grandes objetivos nacionais, coloquei – simultaneamente com a coesão, o combate à pobreza e injustiça – a educação como fundamental”, declarou o Chefe de Estado, à chegada a um jantar de cariz social em Lisboa.

Marcelo foi questionado sobre a mensagem de Natal do primeiro-ministro, António Costa, que considerou que o maior défice nacional é o do conhecimento e defendeu o combate à pobreza e à precariedade laboral em nome de uma “sociedade decente”.

“Fico feliz quando os políticos entendem que a educação é muito importante em termos práticos, de atos concretos”, vincou o Chefe de Estado.

Depois, ao comentar a relação entre Belém e São Bento, advogou que o Presidente existe para “cumprir a Constituição”, colaborando com o “Parlamento, tribunais e órgãos de soberania”. “É o dever Presidente”, prosseguiu.

Na sua mensagem de Natal enquanto líder do Governo, António Costa optou por inovar, gravando a sua intervenção, não como habitualmente a partir da residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, mas sim tendo como palco o Jardim de Infância do Lumiar, em Lisboa.

“Quero assim sublinhar que – tal como no Natal – as crianças têm de estar todos os dias no centro das nossas preocupações e que a sua educação tem de ser a primeira das nossas prioridades, enquanto famílias e enquanto sociedade”, justificou António Costa.

Na sua mensagem, o primeiro-ministro sustentou que o conhecimento “é a chave do futuro”, razão pela qual o seu Executivo fixou como “objetivo fundamental generalizar o ensino pré-escolar a todas as crianças a partir dos três anos de idade” e “lançar o programa Qualifica, dirigido especialmente à educação e formação dos adultos”.

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