Costa não está preocupado com propostas do PCP para a Carris

O primeiro-ministro está confiante de que a apreciação parlamentar à municipalização da Carris, pedida pelo PCP, não vai colocar em causa a medida.

A Carris volta esta quarta-feira para a alçada da Câmara Municipal de Lisboa e o PCP não está confortável com essa medida. Os comunistas vão apresentar propostas para alterar a lei que transfere a empresa de transportes para a autarquia, mas António Costa não está preocupado com o que poderá resultar da apreciação parlamentar pedida pelo PCP.

“Não fico nada preocupado. Este era um ponto fundamental do programa de Governo, que todos conhecem. O PCP já esclareceu que não há nenhum motivo para preocupação e presumo que a preocupação do PCP seja garantir que, no futuro, não haja risco de privatização da Carris. Não está em causa esta medida de descentralização, que era essencial”, disse o primeiro-ministro, na cerimónia que assinalou a municipalização da Carris.

"Não havia razão nenhuma para que quem vive fora de Lisboa pagasse pela Carris.”

António Costa

Primeiro-ministro

António Costa sublinhou ainda que “o que se fez foi devolver o seu a seu dono e evitar a privatização“, que era o essencial. “E isto foi conseguido com vantagem. Não é só a gestão que passa para a Câmara de Lisboa, é também a propriedade. Isto significa que os lisboetas vão ser mais bem servidos”, ao mesmo tempo que se “beneficia os outros portugueses, porque não havia razão nenhuma para que quem vive fora de Lisboa pagasse pela Carris“, salientou.

Também presente na cerimónia, Fernando Medina, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, disse ainda que este é o “início de uma nova fase do transporte público” e que a câmara vai “fazer crescer o transporte público para dar mais qualidade de vida às pessoas”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Costa não está preocupado com propostas do PCP para a Carris

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião