Fundos de investimento captaram 19 milhões em janeiro

Os fundos de investimento mantêm o crescimento que já se tinha verificado em dezembro. A Caixagest mantém-se como a sociedade com o maior volume de ativos sob gestão.

Os fundos de investimento nacionais tiveram um arranque de ano positivo. No final de janeiro, o valor das subscrições superava o dos resgates, ainda que tenham sido liquidados quatro fundos.

Os dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP), divulgados esta terça-feira, mostram que, a 31 de janeiro, o valor dos ativos geridos pelos fundos de investimento mobiliário ascendia a 11.097 milhões de euros. Houve uma estabilização face a dezembro mas, nos últimos 12 meses, o valor gerido por estes fundos caiu 4,6%.

No mês em análise, registou-se um volume de subscrições de 975 milhões de euros, enquanto o valor dos resgates foi de 914,1 milhões. Foram ainda liquidados quatro fundos (todos do Banif), responsáveis por um volume adicional de reembolsos no valor de 41,7 milhões de euros. Feitas as contas, houve um saldo positivo de subscrições líquidas, no valor de 19,1 milhões de euros.

No primeiro mês deste ano, foi ainda lançado um novo fundo de investimento, refere a APFIPP: o Caixagest Investimento Socialmente Responsável. E houve, também uma fusão, entre o Caixagest Liquidez e o Caixa Fundo Monetário.

Os fundos de investimento mantêm, assim, o crescimento que já se tinha verificado em dezembro, mês em que captaram 160,9 milhões de euros. Contudo, a recuperação só começa a surgir depois de um largo período em que os resgates superaram as subscrições. Em 2016, os fundos perderam mais de 920 milhões de euros.

Caixagest lidera, Bankinter cresce

A Caixagest é a sociedade com maior volume de ativos sob gestão, com uma quota de mercado de 30,6%. Seguem-se o BPI Gestão de Ativos, com uma quota de 29,1%, e a IM Gestão de Ativos, com uma quota de 14,8%.

Em janeiro, a sociedade que registou maior crescimento, em termos percentuais, foi o Bankinter Gestão de Ativos, com uma subida de 21% no volume de ativos sob gestão.

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