Lone Star quer Novo Banco como um pilar da economia

O fundo norte-americano diz em comunicado estar satisfeito com o acordo da venda do Novo Banco, acreditando ser um passo significativo no sentido de assegurar que o banco é um pilar da economia.

O Lone Star — fundo norte-americano que nesta sexta-feira assinou a compra do Novo banco ao fundo de resolução — já se pronunciou relativamente ao acordo celebrado. Em comunicado divulgado este sábado, o presidente do Lone Star para a Europa, diz que o fundo está agradado com o acordo alcançado com o Banco de Portugal, destacando que este é um passo significativo no sentido de o Novo Banco se manter como um pilar forte da economia portuguesa.

“Estamos satisfeitos com o acordo alcançado com o Banco de Portugal e aguardamos com expectativa trabalhar com as autoridades portuguesas, o Banco Central Europeu e a Comissão Europeia de modo a assegurar que todas as condições são alcançadas nos próximos meses”, começa por dizer Olivier Brahin, presidente do Lone Star para a Europa.

O presidente para a Europa do Lone Star diz ainda que “este acordo é um passo significativo no sentido de dotar o Novo Banco do capital, recursos e experiência necessários para assegurar que o banco permanece um forte pilar do setor bancário português, focado no mercado doméstico”, destacando o papel desempenhado pelo Novo Banco no apoio às pequenas e médias empresas. “Acreditamos no futuro da economia portuguesa. Reconhecemos a força e a relevância única do Novo Banco no apoio às pequenas e médias empresas, um motor fundamental para o crescimento de Portugal”, acrescenta Olivier Brahin.

De salientar que o acordo assinado nesta sexta-feira que prevê que o fundo norte-americano fique com o controlo de 75% do Novo Banco e o fundo de resolução com a restante parcela de 25%, está ainda sujeito a condições, incluindo várias autorizações regulatórias.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Lone Star quer Novo Banco como um pilar da economia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião